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domingo, 18 de novembro de 2012

Elisabeth Elliot




Elisabeth Elliot (née Howard, nascido 21 de dezembro de 1926) é um cristão autor e palestrante. Seu primeiro marido, o missionário Jim Elliot , foi morto em 1956 durante a tentativa de fazer contato com a tribo Auca (agora conhecido como Huaorani ) do leste do Equador. Mais tarde, ela passou dois anos como missionário para os membros da tribo que matou seu marido. Voltando aos Estados Unidos, depois de muitos anos em América do Sul , ela se tornou amplamente conhecido como o autor de mais de 20 livros e como palestrante em constante procura. Elliot percorreu o país, compartilhando seu conhecimento e experiência, bem em seus setenta.

Ela nasceu na Bélgica , e sua família incluída seus pais missionários, quatro irmãos e uma irmã. Irmãos de Elisabeth Thomas Howard e David Howard também são autores.

A família se mudou para a Pensilvânia, quando ela tinha alguns meses de idade. Ela viveu em Franconia, New Hampshire ; Filadélfia, Pensilvânia , e Moorestown, New Jersey . Ela estudou grego clássico no Wheaton College , acreditando que era a melhor ferramenta para ajudá-la com a convocação de última instância, traduzindo o Novo Testamento em uma língua desconhecida. Foi aqui que ela conheceu Jim Elliot. Antes de seu casamento, Elisabeth teve um ano de pós-graduação de estudos especializados em Prairie Bible Institute em Alberta , Canadá , onde uma capela de oração campus é nomeado em sua honra. Jim Elliot e Elisabeth Howard foi individualmente para o Equador para trabalhar com o quichua índios, eles se casaram em 1953, na cidade de Quito , Equador. Sua filha, Valerie (nascido em 1955), tinha 10 meses de idade, quando seu pai foi morto. Elisabeth continuou seu trabalho com o quéchua por mais dois anos.

Duas mulheres Huaorani vivem entre o quichua, incluindo um chamado Dayuma , ensinou o Huao idioma a Sra. Elliot e colega missionário Rachel Saint . Quando retornou ao Dayuma Huaorani, criou uma abertura para o contato dos missionários. Em outubro de 1958, a Sra. Elliot passou a viver com a Huaorani com ela três anos de idade, filha Valerie e São Rachel.

O Auca / Huaorani deu Elisabeth o nome tribal Gikari, Huao para "Pica-pau". Mais tarde, ela voltou ao quichua e trabalhou com eles até 1963, quando ela e Valerie voltou para os EUA (Franconia, New Hampshire).

Em 1969, casou com Elisabeth Addison Leitch, o professor de teologia no Seminário Teológico Gordon-Conwell em Massachusetts . Leitch morreu em 1973. Em 1977, ela se casou com Lars Gren, capelão de um hospital. Os Grens mais tarde trabalhou e viajou junto.

Em meados dos anos 1970 ela atuou como um dos consultores de estilo para o comitê da Nova Versão Internacional da Bíblia (NVI). Ela aparece na lista do NIV de contribuintes. 

De 1988 a 2001, Elisabeth podia ser ouvido em um programa de rádio diário, Portal da Alegria , produzido pela Good News Broadcasting Association of Lincoln, Nebraska. Ela quase sempre abriu o programa com a frase: "Você é amado com um amor eterno," que é o que a Bíblia diz. "E por baixo estão os braços eternos " Este é o seu amigo, Elisabeth Elliot ... " 


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Michael W. Smith


Michael Whitaker Smith (nasceu no dia 7 de Outubro de 1957, na cidade de Kenova, no estado de West Virginia, EUA é cantor,compositor, guitarrista e tecladista de Música Cristã Contemporânea.

É filho de pais evangélicos, Paul e Barbara Smith. Seu pai, trabalhava em uma refinaria de petróleo e sua mãe era fornecedora esecretária da Igreja.

Michael W. Smith cresceu em lar evangélico e sempre foi muito próximo de seus pais e amigos. Apesar de participar ativamente na igreja onde congregava, seu sonho era ser um jogador de Baseball (seu esporte preferido).

Aos cinco anos, ele compôs sua primeira canção e já tocava piano. Aos dez anos se converteu ao cristianismo e, após sua conversão, seu sonho passou a ser tornar-se um pianista profissional. Michael tornou-se ativo na congregação que seus pais freqüentavam, onde tocava piano no período de louvor aos domingos à noite. Começou a ouvir os artistas de Jesus Movement (Movimento de Jesus) no início dos anos 1970.

Seus amigos e sua família sempre foram muito importantes, para que Michael se mantivesse centrado e sem perder suas referências. A partir do momento em que se separou de seus amigos de colegial, Michael começou a se associar com pessoas que lhe ofereciam todas as coisas que ele tentava evitar até então. Quando se mudou para Nashiville em 1978, ingressou na Marshall University, em West Virginia, mas cursou apenas um semestre, trocando os planos acadêmicos pelo desejo de ouvir suas músicas serem gravadas por grandes nomes da Música Cristã Contemporânea. Começou a tocar em algumas bandas locais… 


Mas por muito tempo, ele perseguiu seu sonho sem chegar a lugar algum. "Por não estar mais sob a proteção de minha família e dos amigos de minha cidadezinha, comecei a responder à nova liberdade com hábitos que cada vez mais me escravizavam (…) Dormia tarde e não conseguia acordar antes do período da tarde. Estava experimentando drogas e tentando impressionar as pessoas, mostrando como eu era esperto. Ao invés de compreender minhas habilidades musicais como um precioso Dom de Deus…"

Como consequência, quase morreu numa festa na casa de outro músico, após consumir uma droga extremamente forte. Seu desesperofoi tanto naquela ocasião que ele orava e dizia: "Senhor, não me deixe morrer". Mas isso não foi o suficiente para traze-lo de volta. 

O fundo do poço veio em 1979 (aos 22 anos), quando sózinho em sua casa, entrou em pânico. Seus pensamentos corriam alucinadamente e ele foi tomado por uma Taquicardia. Seu corpo entrou em choque durante horas. Foi então, no meio daquela dor física, que Michael W. Smith sentiu Deus se aproximar. "Ele não me condenou, nem me reprimiu. E eu sabia que minha vida estava totalmente fora de controle. Mas Deus veio tirar de mim as cargas que estavam me destruindo e me libertar para que eu começasse novamente". 


Esta foi a grande virada de sua vida. A Bíblia voltou a ter grande importância na vida de Smith (praticamente todas as suas músicas, nasceram de momentos em que ele estava lendo e refletindo sobre as promessas de Deus, contidas na Bíblia). Passando a tormenta, ele iniciou seu caminho de volta. Em Nashville (no Tennessee), começou a tocar teclado na banda Higher Ground. Isso lhe abriu uma boa porta, já que ele assinou o seu 1° contrato como compositor com a empresa Paragon/ Benson Publishing Company.

"Eu pensava que tinha morrido e ido para o céu. Estava ganhando 200 dólares por semana para fazer algo que amava. Achava que minha vida tinha alcançado seu ápice e Deus não tinha mais nada para fazer por mim" relata Michael. Compor músicas significou muito para ele. Afinal, agora ele ganhava dinheiro fazendo algo que amava e ele não precisaria voltar a servir às mesas, ser empacotador ou trabalhar para a Coca-Cola.

A vida sentimental não estava ruim, mas também não acompanhava o progresso da carreira profissional. Razão pela qual Michael decidiu que deveria encontrar uma namorada. Mas ele só pensou assim, até o momento em que conheceu Deborah Kay Davis. 

O episódio é relatado no seu livro "It’s Time To Be Bold" e chama atenção pela forma curiosa de como os dois se conheceram. De seu escritório ele a viu passar por um dos corredores do local em que estava. Imediatamente ele ligou para a mãe (em West Virginia) e disse ter encontrado a mulher com quem iria se casar. A mãe perguntou o nome dela, ao que ele respondeu: "Não sei, mãe. Ainda não fomos apresentados. Mas assim que eu souber, ligo de novo". Convencido de que ela era a mulher da sua vida, saiu pelo prédio perguntando pela moça, até que parou na porta do toalete feminino e ficou esperando por ela. Quando Deborah saiu, Michael se apresentou: 3 semanas e meia depois, estavam noivos e em 4 meses casados (casaram-se no dia 5 de Setembro de 1981). Michael e Deborah tiveram 5 filhos: Ryan, Whitney, Tyler, Emily e Anna (e todos tocam piano).

Em 1982 passou a acompanhar, (como tecladista) a jovem cantora Gospel: Amy Grant, de quem até hoje é muito amigo. Os empresários de Amy Grant, Mike Blanton e Dan Harrell, reconheceram seu talento e investiram nele. Com letras compostas por sua esposa Deborah D. Smith e as melodias por ele próprio, em 1983 era lançado pela Reunion Records, o 1° CD de Michael W. Smith, intitulado "Project", o primeiro trabalho solo de sua carreira, que "estourou" com o hit "Friends". 

Daí em diante, lançou ao todo 18 álbuns e 11 livros, em seus 22 anos de carreira. Alguns de seus hits foram "Friends", "I Will Be Here For You" e "Place In This World". Ganhou vários Grammys, Dove Awards, Discos de Platina e Ouro; 29 de suas músicas chegaram ao 1° lugar das rádios americanas; ganhou o American Music Award; vendeu mais de 12 milhões de CD’s; cantou para 3 presidentes do USA, o Papa e o Reverendo Billy Graham. Assim Michael W. Smith se tornou um dos principais ícones da Música Cristã Contemporânea.

Além da música, da esposa e dos filhos, Michael tem uma outra grande paixão: liderar adolescentes. Foi para este público que ele escreveu muitos de seus livros e o seu período obscuro de sua jornada acabou tornando-se um forte link entre a sua música e a de milhares de jovens. Foi pensando neles que nasceu em 1994 o Rocketown, uma espécie de clube para esta faixa etária, criado com o objetivo de reunir adolescentes de uma forma segura, em um ambiente agradável. Três anos depois, 1997, o local foi fechado e reaberto em 2003, com uma estrutura bem melhor, na cidade de Nashville.

Em 1996 fundou a Rocketown Records com um executivo da Reunion, Don Donahue. Seu primeiro artista a ser contratado foi Chris Rice. Michael e Don dividiram o sonho de investir nos lançamentos de artistas cristãos.

Michael é ativo nas Cruzadas de Billy Graham (Billy Graham Crusades) e na Samaritan’s Purse (ministério liderado por Franklin Graham).

Ativismo

Smith e Bono Vox, líder do U2 se tornaram grandes amigos. Os dois uniram forças em diversas ocasiões em apresentações para a ONG DATA. Dentre tantas funções e atividades que exerce, Michael é líder em uma igreja local, empresário de artistas, autor, compositor, cantor… Ele diz que quer "ser lembrado como um homem de Deus que amou sua esposa e seus filhos." .Hoje em meio às inúmeras atividades em que está envolvido, sua convicção pelo cristianismo é ainda maior. A rotina dele está extremamente ligada a sua família. Smith está feliz por saber que, com o Dom que recebeu de Deus, tem conseguido tocar milhares de vidas, que quando o ouvem, se relacionam diretamente com Ele.

Reconhecimento

Com sua simplicidade, que ganha forma em expressões musicais sempre tão elaboradas, Smith encontrou seu "lugar neste mundo", um lugar especial, marcado no coração de seus fãs, de sua família e de seus amigos. Mas não apenas por ele ser um "Picture Perfect" (retrato perfeito) que chegou a figurar entre as 50 pessoas mais bonitas do mundo, segundo a revista People. Michael também não é apenas um músico excelente ou "um cara legal". 

Olhando para suas posturas diante das mais diversas situações, é de impressionar sua consistência e firmeza em continuar perseguindo coisas novas a cada dia. Além de sua música, afinal é isso que também lhe abre as portas e conquista a simpatia de todos, crianças e adultos, jovens e idosos, homens e mulheres para com ele.

sábado, 14 de abril de 2012

Fanny Crosby


Cega desde criança, Fanny Crosby tornou-se a maior autora
de hinos sacros de toda a História.

A vida da poetisa e compositora Fanny Jane Crosby (1820-1915) é tão impressionante quanto à qualidade e quantidade de seus hinos. Ao todo são quase nove mil hinos que incentivam a mudança de vida de pecadores, encorajam cristãos e inspiram toda a humanidade até os dias de hoje. É difícil ficar passível diante da força das palavras do hino 15 do tradicional Cantor Cristão, cujo título é Exultação: 

A Deus demos glória, com grande fervor,
Seu Filho bendito por nós todos deu
A graça concede ao mais vil pecador,
abrindo-lhe a porta de entrada no céus
Exultai, exultai, vinde todos louvar
a Jesus, Salvador, a Jesus redentor
a Deus demos gloria, porquanto do céu,
Seu filho bendito, por nós todos deu!

A beleza e o poder contidos nesses versos surpreendem ainda mais por terem sido escritos por uma mulher que ficou cega com apenas seis semanas de vida. Sua vida foi a prova de que dificuldade alguma pode conter a unção de Deus, nem mesmo tirar o prazer de um dos servos. Em outro de seus mais famosos e belos cânticos, intitulado Segurança, ela escreveu:

Vivo feliz, pois sou de Jesus,
e já desfruto o gozo da luz [...]
Canta minha alma, canta ao Senhor,
rende-lhe sempre ardente louvor. 

Outra curiosidade na vida da maior autora de hinos da história da musica sacra é o fato de ela ter escrito seu primeiro cântico aos 44 anos.

Infecção nos olhos - Nascida em 24 de março de 1820 no município de Putnam, em Nova Iorque, Fanny tinha pouco mais de um mês de vida quando sofreu uma infecção nos olhos. O clínico geral estava fora da cidade e um outro médico fora chamado para tratar do caso. Receitou cataplasmas de mostarda quente e o efeito foi desastroso: a menina ficaria cega pelo resto da vida. O "médico" teve de fugir da cidade, tamanha a revolta suscitada entre os parentes e vizinhos do bebê.

Aos cinco anos, foi levada pela mãe para consultar o melhor especialista no país, o Dr. Valentine Mott. Uma coleta feita entre os vizinhos pagou a viagem. O pai de Fanny já havia morrido e a situação financeira da família era muito difícil. O sacrifício, infelizmente, foi em vão, já que o médico decretou o caso como incurável. A menina teve então de acostumar-se as dificuldades, ao mesmo tempo em que demonstrava uma habilidade incomum para compor poesias.

Naquela época, a mensagem do Evangelho foi plantada no coração da jovem Fanny, por intermédio de sua avó. Era ela quem passava horas lendo Bíblia para a menina, que demonstrava ter uma memória extraordinária: decorou diversos trechos do Livro de Rute e dos Salmos. Aos 15 anos, ela entrou para o Instituto de Cegos de Nova Iorque, para onde voltaria anos depois para ensinar Inglês e História. Como aluna e professora, Fanny passou 35 anos na mesma escola.

Testemunho de fé 

Em 1844, escreveu seu primeiro livro de poemas - "A Menina Cega e Outros Poemas". Uma de suas primeiras participações como compositora aconteceu em um dos cultos de Dwight L. Moody, um dos maiores pregadores da história do Evangelho, que realizava uma conferência na cidade de Northfield, no estado de Massachussetts. Impressionado com o talento de Fanny, Moody pediu que ela contasse o testemunho pessoal de sua fé e de seu relacionamento com Deus. Assustada, Fanny a princípio relutou, mas depois leu a letra de um hino que acabara de escrever: "Eu o chamo de meu poema da alma. Às vezes, quando eu estou preocupada, eu repito isto para mim mesma, e essas palavras trazem conforto ao meu coração, disse ela, antes de recitá-lo."

O hino, é verdade, não é citado em sua biografia, mas isso, de fato, pouco importa, já que poderia ser qualquer um daquelas centenas de cânticos que embalaram o avivamento americano no século 19, período que ficou conhecido como O Grande Despertamento. Naquela ocasião, os momentos de apelo à conversão eram freqüentemente inspirados por palavras como as do hino Mais perto da Tua cruz, composto por Fanny Crosby, em 1868:

Meu Senhor sou Teu
Tua voz ouvi, a chamar-me com amor [...]
mais perto da Tua cruz leva-me, ó Senhor. 

Fanny era membro da Igreja Episcopal Metodista, de Nova Iorque. Ela era uma oradora devota e freqüentemente preparava os cultos infantis da igreja.

Casamento

Em 1858, Fanny casou-se com o professor de música e cantor de concerto Alexander Van Alstyne. Nessa época, ela havia deixado o ensino para acompanhá-lo tocando piano e harpa em apresentações públicas. Compôs diversas canções populares nesse período. Na mesma ocasião, a vida trouxe-lhe uma das maiores aflições que uma pessoa pode enfrentar: a perda de um filho. A criança, seu único filho, morrera ainda pequena.

Em 1864, por influência do famoso evangelista, escritor e compositor William Bradbury, que tem dezenas de canções registradas nos hinários e cantores cristãos até hoje, Fanny passou a escrever exclusivamente musicas sacras. Apaixonada por crianças e motivada pela perda irreparável de seu filho, a compositora criou um estilo próprio: "Achei que as crianças também tinham de entender as letras e as melodias teriam de ser simples também." Ela esforçou-se para retratar os temas do céu e o retorno de Cristo com palavras simples.

Ímpeto criativo 

O número extraordinário de composições da autora pode ser explicado não só pelo ímpeto criativo de Fanny, mas também pelo fato de ela ter um contrato de trabalho com uma editora, a Biglow & Co., que a obrigava a entregar três composições novas a cada semana. Ela chegou a compor sete canções em apenas um dia. Como de hábito, não iniciava seu trabalho sem antes dedicar horas à oração.

Curiosamente, Fanny não escrevia as letras de seus hinos, por nunca ter dominado o método Braille. Dona de uma memória extraordinária, memorizava-as facilmente. Quando morreu, aos 94 anos, amigos e parentes escreveram na lápide de sua sepultura: Ela fez o máximo que pôde. Sem dúvida, foi uma heroína da fé.

Fonte: Revista Graça, ano 2, n.º 25 – Agosto/2001 (Texto de Marcelo Dutra)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Regis Danese



Natural de Passos, Minas Gerais, Regis Danese iniciou sua carreira no meio secular, em 1989, integrando a dupla sertaneja Regis & Raí, com a qual lançou um LP pela gravadora BMG Ariola. Mais tarde, em 1991, ele foi convidado por Alexandre Pires para participar do grupo Só Pra Contrariar (SPC).

Durante cinco anos, Regis destacou-se com suas composições de grande repercussão lançadas pelo grupo, como ‘Te Amar Sem Medo’, ‘O Samba Não Tem Fronteiras’ e ‘Amor Verdadeiro’. Regis compôs também muitos sucessos para outros cantores, como Daniel, Leandro & Leonardo, Gian & Giovani, Cristian & Ralf, Belo, Vavá, Elimar Santos, Alcione entre outros.

Através de um colega do Só Pra Contrariar Regis Danese ouviu a Palavra de Deus e converteu-se ao evangelho. “Ele ficou durante anos no grupo e sempre manteve uma postura diferente, sem se envolver em nossos erros, mostrando seu caráter de homem de Deus.Apesar de fazer back para o SPC, se mostrava profissional e não se corrompia. Certo dia, quando eu passava por um grave problema no meu casamento, este rapaz me falou de Jesus eu acreditei e recebi aquela Palavra”, lembra Regis

A partir daí o cantor se entregou nas mãos de Deus, passou a servi-lo e teve sua vida e famílias restauradas. Três anos depois ele iniciou um novo processo na música, e começou a composição do repertório de “O meu Deus é Forte”.

O CD foi lançado em 2004, de forma independente e começou a fazer sucesso sendo indicado no ano seguinte para o Troféu Talento, nas categorias ‘Melhor Álbum Independente ‘e ‘Cantor Revelação’, fazendo com que a gravadora Line Records se interessasse e viesse a distribuir o CD. Nele composições de Regis Danese como a faixa título “O Meu Deus é Forte”, “Amor Incondicional”, “Entregue Sua Vida” e “Há Uma Chance”.

No ano de 2006, no melhor estilo Louvor & Adoração, foi lançado pela Line Records o CD ‘O Melhor Que Eu Tenho’. Antes mesmo do lançamento oficial o álbum iniciou seu sucesso com a faixa-título sendo divulgada para todo o Brasil e também exterior através da maior rede de rádios cristãs do Brasil, a Rede Aleluia.

Com produção de Wagner Carvalho, o álbum mostrou o amadurecimento de Regis na música gospel e trouxe muitas novidades em relação ao CD anterior, com baladas e pinceladas de pop-rock. Além de um dueto com sua esposa Kelly Danese na faixa ‘Eu Quero Cem Vezes Mais’, a participação de seu filho Brunno e o Coral Infantil de Uberlândia (MG). ‘O Melhor Que Eu Tenho’ reúne muitas canções de forte apelo e grande qualidade sendo um álbum bastante aceito pelo público.

Em 2008, começa uma nova fase na carreira de Regis. O álbum ‘Compromisso’ traz produção do próprio Regis, ares de ao vivo e músicos de primeira. O cantor não economizou em qualidade, reafirmando que para Deus deve se trabalhar com dedicação e afinco.

Foram horas durante vários dias nos estúdios AR e Line Records no Rio de Janeiro, para chegar a um belíssimo produto. Neste período Regis assina contrato de exclusividade com a gravadora Line Records.

A música destaque ‘Faz Um Milagre em Mim’ se torna um hit nacional e invade as programações de rádio e TV do mercado secular. O sucesso é tanto que a faixa permanece durante meses em primeiro lugar em grandes emissoras como Band FM, Nativa, UOL entre outras, além se ser regravada em vários estilos musicais.

Em maio de 2009 Regis prepara o CD e DVD ‘Faz Um Milagre em Mim’, gravado na casa de espetáculos Via Show no Rio de Janeiro. Lançado em setembro o DVD que tem a participação de André Valadão, Davi Sacer e Lázaro, traz também familiares de Regis.

Sua esposa Kelly Danese e o filho do casal Brunno participam, além da mãe do cantor Ziza Danese. Com 17 canções, o repertório apresenta alguns dos sucessos que marcaram o ministério de Regis. De presente para o público, três faixas inéditas: “Eu Não Abro Mão do Teu Amor”, “‘Fala Comigo na Tua Palavra” e “Quero Adorar”.

http://regisdanese.com.br/

sábado, 28 de janeiro de 2012

Dr. Bob Foster: um exemplo de fé que deixa sua biografia


Já está disponível para os brasileiros a biografia do médico missionário Robert Livingston (Bob) Foster, que faleceu esse ano, em Lubango, Angola, aos 87 anos. Com o título Espada e Bisturi, da Editora Descoberta, a publicação relata a dedicação e serviço do Dr. Bob ao sofrido povo africano.

Filho de missionários que trabalhavam com a tradução da Bíblia no interior da Zâmbia, no início do século passado, teve uma oportunidade dada por Deus para estudar Medicina, mesmo sem recursos financeiros. Fez Residência nos Estados Unidos e foi para Zâmbia, com sua esposa, como médico cirurgião missionário, pois desde pequeno esse era seu sonho.

Paralelo ao serviço médico, Dr. Bob abriu um número incontável de igrejas por onde passou, como também muitos hospitais, além de servir de mentor e catalisador de missionários, que foram enviados para o interior da África.



Dr. Bob, após 63 anos de casamento, deixou esposa, sete filhos (quatro deles missionários em Angola, um em Moçambique e uma nos Estados Unidos, que atua com agências humanitárias de serviço ao povo africano), 17 netos e cinco bisnetos, todos envolvidos com a obra missionária. Ele também deixou um legado de fé, exemplo de dedicação e serviço ao Reino de Deus.

Fonte: Ultimato.com

William Booth




Nascido na cidade de Nottingham, na Inglaterra, no dia 10 de abril de 1827, aos quinze anos de idade, William, que não tinha sido criado em lar cristão, começou a frequentar a Capela da Igreja Metodista de Nottingham, onde teve uma forte experiência de conversão e posteriormente escreveu: “Como um jovem irresponsável de quinze anos, eu fui levado a frequentar a Capela Wesley de Nottingham. Eu não me lembro de ninguém ter me orientado sobre a necessidade de uma rendição pessoal para Deus. Eu fui convencido, independentemente de esforço humano, pelo Espírito Santo, que criou dentro de mim uma grande sede por uma vida nova”.


Booth, imediatamente após sua conversão, começou a pregar nas áreas pobres da sua cidade, junto com outros adolescentes. Mas, a congregação de classe média-alta ficou escandalizada quando ele levou um grupo de jovens pobres para a igreja.


Casou-se com Catherine Mumford em 1855 e nesse mesmo ano foi liberado para exercer o ministério de evangelista itinerante. Booth sentiu que seu chamado era evangelístico e em 1861 saiu da Igreja Metodista para seguir o ministério. William foi usado poderosamente em avivamento.


Em 1865 a família Booth mudou-se para a cidade de Londres. Um dia andando pelo lado oeste da cidade, William ficou chocado ao ver a pobreza e miséria dos seus moradores. 


“Essa experiência fez nascer a “Missão Cristã”, mais tarde chamada Exército de Salvação” e William foi chamado de seu General. Em 1909 Booth, aos oitenta anos, começou suas “Campanhas Motorizadas” viajando pela Inglaterra de carro e evangelizando.


Booth viajou cinco millhões de milhas, pregando quase 60.000 sermões e atraiu 16.000 oficiais para pregar o evangelho em cinquenta e oito países.


O Exército de Salvação ficou conhecido por causa das suas obras sociais, mesmo que essas tenham sido o resultado de um verdadeiro avivamento e uma paixão pelas almas perdidas. Foi muito perseguido por invadir as ruas com a pregação do evangelho, mas sendo um trabalho de Deus cresceu e se tornou mundialmente conhecido como a maior organização cristã do mundo, presente em 124 nações. O seu lema “sopa, sabão e salvação” alinha evangelho e obras sociais.
William Booth faleceu no dia 20 de agosto de 1912.


Na sua última pregação em junho de 1912 ele diz:

“Enquanto as mulheres chorarem, como choram agora, eu lutarei;
Enquanto criancinhas passarem fome, como passam agora, eu lutarei;
Enquanto homens passarem pelas prisões, entrando e saindo, entrando e saindo;
Como eles o fazem agora, eu lutarei;
Enquanto há um bêbado remanescente,
Enquanto há uma pobre menina perdida nas ruas,
Enquanto restar uma alma que seja nas trevas,
sem a luz de Deus – eu lutarei,
Eu lutarei até ao último instante.”

Poucos meses antes de sua morte, respondeu sobre o segredo de todas as bênçãos que recebeu ao longo dos seus setenta anos de ministério: “Bem, se eu puder por isso em uma frase, diria que eu resolvi que o Deus Todo-poderoso deveria ter tudo de William Booth”.

E você? Pode dizer o mesmo?
Deus Todo-poderoso tem tudo de vocês?
Você está disposto a seguir o exemplo de William Booth,
fazendo missões onde Deus o enviar?

Fonte: http://www.avivamentoja.com

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Bethany Hamilton


Bethany Hamilton tornou-se uma fonte de inspiração para milhões de pessoas através de sua história de fé, determinação e esperança. Nascido em uma família de surfistas em 08 de fevereiro de 1990, na ilha de Kauai, Hawaii, Bethany começou a surfar em uma idade jovem. Na idade de oito anos, Bethany entrou em sua competição de surf em primeiro lugar, o dom Rell evento Menehune em Oahu, onde ela ganhou tanto as divisões bordo curto e longo prazo. Isto despertou um amor para a competição de surf dentro de seu espírito.

Na idade de treze anos, em 31 de outubro de 2003, Bethany foi atacada por um tubarão tigre de 14 pés enquanto surfava off Kauai North Shore. O ataque deixou Bethany com um braço cortado esquerda. Depois de perder mais de 60% do seu sangue, e torná-lo através de várias cirurgias sem infecção, Bethany estava a caminho da recuperação com uma atitude incrivelmente positiva. Salva-vidas e os médicos acreditam que seu senso de água forte e fé em Deus ajudou a levá-la com o calvário traumático.

Milagrosamente, apenas um mês depois do ataque, Bethany voltou para a água para continuar perseguindo seu objetivo de se tornar um surfista profissional. Em janeiro de 2004, Bethany fez o seu regresso a surfar concorrência; colocar 5 na divisão das Mulheres da Open desse concurso. Com a intenção de parar, Bethany continuou a entrar e se destacar em competição. Pouco mais de um ano após o ataque que ela teve o 1 º lugar na divisão das Mulheres Explorer o 2005 NSSA National Championships - ganhar seu primeiro título nacional.

Em 2007, Bethany realizou seu sonho e tornou-se profissional. Bethany desde então tem participado em numerosos ASP World Tour e Eventos com o seu grande destaque sendo um segundo lugar em 2009 ASP World Junior Championships. 

Desde que perdeu seu braço, a história de Bethany foi contada em centenas de meios de comunicação e ela tem sido reconhecida com numerosos prêmios, aparições públicas, e várias palestras. 

Em outubro de 2004, Bethany compartilhou sua história de vida em sua autobiografia, intitulada Soul Surfer . Sete anos mais tarde, o bookwas feita em um grande filme com o mesmo título que lançou nos cinemas em abril, e para o entretenimento doméstico em agosto de 2011. Outros livros Bethany escreveu incluem "Devoções para o surfista da Alma", "Rise Above", um "Soul Surfer" Bíblia "Pergunte Betânia," e "Clash", "Queimada", "Storm" e "Crunch". Além disso, Bethany foi a inspiração por trás do documentário Becky Baumgartner 2007, intitulada Coração de um surfista Alma .

Desde tenra idade, os pais de Bethany incutiu a sua fé em Jesus Cristo, e aos 5 anos, ela tomou a decisão de ter um relacionamento pessoal com ele. Fundação Betânia de fé tem sido sua espinha dorsal, sua fonte de verdade, esperança e força.

Fora da água, Bethany tem crescido de uma jovem adolescente com aspirações de se tornar um surfista profissional para um surfista de vinte anos de idade profissionais com aspirações de se tornar um farol de inspiração e esperança. Através da plataforma do desporto profissional, Bethany foi capaz de tocar um grande número de pessoas com sua mensagem, os esforços de caridade e espírito geral. Bethany acaba de lançar sua própria fundação, Amigos de Betânia , que apóia sobreviventes de ataque de tubarão, amputados traumático, e serve para inspirar os outros através de sua história de vida, e está envolvido em vários outros esforços de caridade. 


História de Bethany está crescendo continuamente, enquanto ela se esforça para ser o melhor em tudo o que Deus a chama para fazer. O futuro é verdadeiramente abertos para este surfista alma jovem!

Extraído do site: http://bethanyhamilton.com/

terça-feira, 8 de novembro de 2011

John R. W. Stott


John Robert Walmsley Stott, CBE (27 de abril de 1921) é um líder Anglicano britânico que é conhecido com uma das grandes lideranças mundiais evangélicas.

Serve como Presidente da Igreja All Souls em Londres desde 1950. Estudou na Trinity College Cambrigde, onde se formou em primeiro lugar da classe tanto em francês como em teologia, e é Doutor honorário por varias universidades, na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Canadá.

Uma de suas maiores contribuições internacionais são os seus livros. John Stott começou sua carreira como escritor em 1954 e já escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, além de outras contribuições à literatura cristã.

A sua obra mais importante, Cristianismo Básico, vendeu mais de 2 bilhões de cópias e já foi traduzido para mais de 60 línguas. Billy Graham chamou John Stott de "o mais respeitável clérigo no mundo hoje".

O renomado evangelista e escritor Dr. John R.W. Stott, aos 86 anos, comunicou formalmente sua retirada do ministério público durante a Convenção Keswick em 17 de julho, no Reino Unido. Os trabalhos do John Stott Ministries continuarão sob a liderança do Dr. Chris Wright. É autor de várias obras.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Hudson Taylor



O Homem que Amou o Senhor e a China



James Hudson Taylor nasceu em 1832, em Barnsley, Inglaterra, filho de um sacerdote metodista. Com dezesseis anos, creu em Cristo como seu Salvador, numa tarde em que estava sozinho em casa e entediado. A vida religiosa dos pais não o atraía e ele desejava muito os prazeres do mundo. Passando os olhos pela biblioteca do pai, procurando algo com que se distrair, pegou um livro que falava sobre o Evangelho e começou a lê-lo. No mesmo instante, sua mãe, a mais de cem quilômetros de distância, era conduzida por Deus para orar pela salvação do filho. Taylor orou e a oração de sua mãe foi respondida: ele se rendeu ao Senhor. Oração tornou-se, posteriormente, uma das mais preeminentes marcas de seu serviço e ministério.

Desde então, sentiu-se chamado para pregar o Evangelho na China. Por isso, passou a preparar-se dormindo sobre uma esteira, abrindo mão de qualquer luxo, vivendo com o mínimo de alimento necessário e dependendo exclusivamente do Senhor para seu sustento. Assim, aos dezenove anos, Taylor aprendeu que poderia confiar em Deus e obedecer-Lhe em qualquer área de sua vida — aprendeu que se pode levar a sério Deus e Sua Palavra.

Após estudar medicina e teologia, foi para a China em 1854 como um missionário assalariado pela Sociedade para Evangelização da China.

Em 20 de janeiro de 1858, após trabalhar num hospital por quatro anos, ele casou com Maria Dyer (1837? – 1870), missionária, filha de um dos primeiros missionários para a China. Eles tiveram oito filhos, quatro dos quais morreram com menos de dez anos. Por ser ela fluente no dialeto ningpo, ajudou Hudson no trabalho de tradução do Novo Testamento, no que ele investiu cinco anos. Essa tradução foi realizada na Inglaterra e, em 1866, Taylor retornou a China com dezesseis outros missionários e fundou a Missão para o Interior da China (MIC).

Em 1870, sua esposa e dois de seus filhos morreram de cólera. Maria era uma torre forte e um conforto para o marido. Nas palavras dela, ela era “mais intimamente instruída que qualquer outra pessoa com as provações, as tentações, os conflitos, as falhas e quedas e as conquistas” do marido.

Em 1871, Taylor casou-se com Jennie Faulding (1843 – 1903), missionária da MIC. Eles tiveram dois filhos, incluindo Howard, o biógrafo do pai e autor de O Segredo Espiritual de Hudson Taylor (Editora Mundo Cristão). Jennie cuidou do marido em meio a injúrias e doenças, editou o periódico China’s Millions da MIC e tinha um ministério especial entre as mulheres. Nos últimos anos de vida, ela viajou com Hudson, além de falar e escrever e organizar o trabalho da Missão. Partiu para o Senhor em 1904.

Hudson permaneceu na China e quando dormiu no Senhor, em Changsha, em 1905 (antes que os comunistas tomassem o país que ele tanto amava), havia lá deixado 250 pontos missionários com 849 missionários da Inglaterra e 125.000 chineses cristãos dando testemunho do Evangelho. Sua vida é um dos mais impressionantes registros da história do evangelismo e um dos maiores testemunhos da fidelidade do Senhor e a Ele.

(Extraído do livro Cântico dos Cânticos – O Misterioso Romance. © Editora dos Clássicos, 2000.)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Paul Washer

Paul David Washer (nascido em 1961) é diretor da Sociedade Missionária HeartCry (www.heartcrymissionary.com) que apóia o trabalho missionário indígena.

Ele também é um pregador sulista batista itinerante, reside em Washer Radford, Virginia , onde vive com sua esposa Charo e seus três filhos: Ian, Evan, e Rowan.

As pregações de Paul tendem a ter um foco particular no Evangelho, o foco da doutrina da certeza da salvação, e ele freqüentemente fala contra práticas como a chama do altar, a oração do pecador, e o crescimento da Igreja.

Paul citou grandes nomes como influência, tais como: George Muller, John Piper, Jonathan Edwards, George Whitefield, Charles Spurgeon, Leonard Ravenhill, John Wesley e AW Tozer, entre outros. Ele tem aparecido com frequência no rádio e na televisão cristã norte-americana para discutir o Evangelho.

Paul se tornou um cristão enquanto estudava para se tornar um advogado de petróleo e gás da Universidade do Texas. Após a formatura, ele entrou para o Southwestern Baptist Theological Seminary e obteve um Mestrado em Divindade.

Ele então se mudou para o Peru para se tornar um missionário e ficou por lá por 10 anos. Foi nesse período durante o qual fundou a Sociedade Missionária HeartCry para apoiar plantadores peruanos de Igreja. O trabalho da HeartCry agora suporta mais de 80 missionários indígenas em 15 países diferentes na Europa Oriental, América do Sul, África, Ásia e Oriente Médio. Passados 10 anos no Peru ele retornou aos Estados Unidos.

Um pregador itinerante, Paul também ensina freqüentemente em sua igreja local, Primeira Igreja Batista de Muscle Shoals, e é o autor do livro “The One True God: A Biblical Study of the Doctrine of God”.

Extraído do site http://www.heartcrymissionary.com/

sábado, 2 de julho de 2011

Russell P. Shedd

Russell Philip Shedd (Aiquile, Bolívia - 10 de novembro de 1929) é um conceituado teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil.

Russell Shedd nasceu na Bolívia, onde seus pais, Leslie Martin e Della Johnston eram missionários entre os índios.

Aos cinco anos Shedd esteve pela primeira vez nos Estados Unidos, onde completou seus estudos e graduou-se em teologia pela Wheaton College. Diplomou-se Ph.D. em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo, Escócia.

De volta aos EUA, serviu durante cerca de um ano como pastor interino e logo foi aceito como missionário pela Missão Batista Conservadora, indo trabalhar em Portugal por um curto período.

Após, transferiu-se definitivamente para o Brasil em 1962, estabelecendo-se definitivamente em São Paulo, onde fundou as Edições Vida Nova há mais de 40 anos, tendo lecionado na Faculdade Teológica Batista de São Paulo e dirigido a igreja Metropolitan Chapel, fundada por ele em 1977. Em 1957, casou-se com Patrícia, com quem tem 5 filhos.

Atualmente, Shedd é Presidente Emeríto da Vida Nova e consultor da Shedd Publicações e viaja pelo Brasil e exterior ministrando em conferências, igrejas, seminários e faculdades de Teologia.

É autor de vários livros, dentre os quais estão A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia, Disciplina na Igreja, A Escatologia do Novo Testamento, A Solidariedade da Raça, Justificação, A Oração e o Preparo de Líderes Cristãos, Fundamentos Bíblicos da Evangelização, Teologia do Desperdício, Criação e Graça: reflexão sobre as revelações de Deus, todos publicados pelas Edições Vida Nova ou pela Shedd Publicações.

Além disso, é autor dos comentários da Bíblia Shedd (Vida Nova) e foi membro da comissão de tradutores para o português brasileiro da Bíblia NVI (Nova Versão Internacional), uma das mais reconhecidas traduções protestantes da Bíblia em português.

Recentemente, prefaciou a obra "Lições das Crônicas de Nárnia" do professor e pastor Glauco Barreira Magalhães Filho.

Shedd defende a autoridade suprema e inspirada da Bíblia, sendo esta a única revelação fidedigna de Deus, pelo que postula que "a Bíblia é a palavra de Deus".

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pr. Silas Malafaia

Silas Lima Malafaia nasceu no Rio de Janeiro em 20 de agosto de 1958. É Graduado em psicólogia.

Presidente da Assembléia de Deus na Penha (RJ), igreja que atualmente tem cerca de 12 mil membros, o pastor Silas Malafaia é um conferencista internacional cada vez mais conhecido entre os evangélicos e não-evangélicos no Brasil e no exterior.

Organizador de grandes eventos de repercussão nacional, como o Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil, realizado anualmente, ele tem como principal objetivo defender a fé cristã, os princípios e os valores éticos, morais e espirituais da Igreja de Jesus Cristo e pregar de forma clara e objetiva a mensagem do Evangelho.

Pastor Silas é também vice-presidente do CIMEB – Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil –, entidade que agrega cerca de 8.500 pastores de quase todas as denominações evangélicas brasileiras.

Graduado em Psicologia, coordena e apresenta o VITÓRIA EM CRISTO, que anteriormente era chamado IMPACTO. Este programa está há mais de 25 anos ininterruptos na televisão, sendo transmitido por várias emissoras em rede nacional.

Nos Estados Unidos, é transmitido pela CTNI, e na Europa e África, pela TV Manasat 1. Estas emissoras alcançam mais de 45 milhões de lares. No Brasil, o Vitória em Cristo tem alcançado altos índices de audiência, competindo, inclusive, com outros programas seculares exibidos no mesmo horário.

Como cidadão brasileiro, o pastor Silas foi várias vezes homenageado. Ele recebeu o título de Cidadão Benemérito do Estado do Rio de Janeiro, concedido pela Assembléia Legislativa do Rio, e a medalha de Pacificador, entregue pelo Exército Brasileiro, por sua efetiva contribuição à sociedade.

Com um ministério frutífero e expressivo até mesmo no meio secular, o pastor é reconhecidamente o que mais vende vídeos, CDs, DVDs e livros que explicam a Palavra de Deus para os evangélicos e não-evangélicos.

Ele é presidente da Editora Central Gospel, empresa que trabalha para atender a imensa demanda de pedidos dos telespectadores do programa Vitória em Cristo que desejam adquirir estudos bíblicos.

Pela graça do Senhor, o pastor Silas tem contado com o apoio das orações dos irmãos em Cristo e as contribuições dos Colaboradores Fiéis para levar adiante o seu frutífero ministério.

Ele recebe muitos convites de várias denominações no Brasil e no exterior, para ministrar estudos bíblicos, realizar palestras e pregar em congressos.

O estilo franco, aberto, direto, questionador e nada legalista são características que marcam este servo de Deus que tem sido um incansável propagador do Evangelho.

Humilde e conscientemente, ele atribui o crescimento do seu ministério à direção de Deus na sua vida, à sua fé e à sua obediência aos princípios bíblicos, que o levam a manter-se firme em suas convicções como servo do Senhor.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

João Ferreira de Almeida (1628-1691)



"Conhecido pela autoria de uma das mais lidas traduções da Bíblia em português, ele teve uma vida movimentada e morreu sem terminar a tarefa que abraçou ainda muito jovem."

Entre a grande maioria dos evangélicos do Brasil, o nome de João Ferreira de Almeida está intimamente ligado às Escrituras Sagradas. Afinal, é ele o autor (ainda que não o único) da tradução da Bíblia mais usada e apreciada pelos protestantes brasileiros. Disponível aqui em duas versões publicadas pela Sociedade Bíblica do Brasil - a Edição Revista e Corrigida e a Edição Revista e Atualizada - a tradução de Almeida é a preferida de mais de 60% dos leitores evangélicos das Escrituras no País, segundo pesquisa promovida por A Bíblia no Brasil (ver número 158).

Se a obra é largamente conhecida, o mesmo não se pode dizer a respeito do autor. Pouco, ou quase nada, se tem falado a respeito deste português da cidade de Torres de Tavares, que morreu há 300 anos na Batávia (atual ilha de Java, Indonésia). O que se conhece hoje da vida de Almeida está registrado na "Dedicatória" de um de seus livros e nas atas dos presbitérios de Igrejas Reformadas (Presbiterianas) do Sudeste da Ásia, para as quais trabalhou como pastor, missionário e tradutor, durante a segunda metade do século XVII.

De acordo com esses registros, em 1642, aos 14 anos, João Ferreira de Almeida teria deixado Portugal para viver em Málaca (Malásia). Ele havia ingressado no protestantismo, vindo do catolicismo, e transferia-se com o objetivo de trabalhar na Igreja Reformada Holandesa local.

Tradutor aos 16 anos

Dois anos depois, começou a traduzir para o português, por iniciativa própria, parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol. Além da Versão Espanhola, Almeida usou como fontes nessa tradução as Versões Latina (de Beza), Francesa e Italiana - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. Terminada em 1645, essa tradução de Almeida não foi publicada. Mas o tradutor fez cópias à mão do trabalho, as quais foram mandadas para as congregações de Málaca, Batávia e Ceilão (hoje Sri Lanka). Mais tarde, Almeida tornou-se membro do Presbitério de Málaca, depois de escolhido como capelão e diácono daquela congregação.

No tempo de Almeida, um tradutor para a língua portuguesa era muito útil para as igrejas daquela região. Além de o português ser o idioma comumente usado nas congregações presbiterianas, era o mais falado em muitas partes da Índia e do Sudeste da Ásia. Acredita-se, no entanto, que o português empregado por Almeida tanto em pregações como na tradução da Bíblia fosse bastante erudito e, portanto, difícil de entender para a maioria da população. Essa impressão é reforçada por uma declaração dada por ele na Batávia, quando se propôs a traduzir alguns sermões, segundo palavras, "para a língua portuguesa adulterada, conhecida desta congregação".

Perseguido pela Inquisição, ameaçado por um elefante

O tradutor permaneceu em Málaca até 1651, quando se transferiu para o Presbitério da Batávia, na cidade de Djacarta. Lá, foi aceito mais uma vez como capelão, começou a estudar teologia e, durante os três anos seguintes, trabalhou na revisão da tradução das partes do Novo Testamento feita anteriormente. Depois de passar por um exame preparatório e de ter sido aceito como candidato ao pastorado, Almeida acumulou novas tarefas: dava aulas de português a pastores, traduzia livros e ensinava catecismo a professores de escolas primárias. Em 1656, ordenado pastor, foi indicado para o Presbitério do Ceilão, para onde seguiu com um colega, chamado Baldaeus.

Ao que tudo indica, esse foi o período mais agitado da vida do tradutor. Durante o pastorado em Galle (Sul do Ceilão), Almeida assumiu uma posição tão forte contra o que ele chamava de "superstições papistas", que o governo local resolveu apresentar uma queixa a seu respeito ao governo de Batávia (provavelmente por volta de 1657). Entre 1658 e 1661, época em que foi pastor em Colombo, ele voltou a enfrentar problemas com o governo, o qual tentou, sem sucesso, impedi-lo de pregar em português. O motivo dessa medida não é conhecido, mas supõe-se que estivesse novamente relacionado com as idéias fortemente anti-católicas do tradutor.

A passagem de Almeida por Tuticorin (Sul da Índia), onde foi pastor por cerca de um ano, também parece não ter sido das mais tranqüilas. Tribos da região negaram-se a ser batizadas ou ter seus casamentos abençoados por ele. De acordo com seu amigo Baldaeus, o fato aconteceu porque a Inquisição havia ordenado que um retrato de Almeida fosse queimado numa praça pública em Goa.

Foi também durante a estada no Ceilão que, provavelmente, o tradutor conheceu sua mulher e casou-se. Vinda do catolicismo romano para o protestantismo, como ele, chamava-se Lucretia Valcoa de Lemmes (ou Lucrecia de Lamos). Um acontecimento curioso marcou o começo de vida do casal: numa viagem através do Ceilão, Almeida e Dona Lucretia foram atacados por um elefante e escaparam por pouco da morte. Mais tarde, a família completou-se, com o nascimento de um menino e de uma menina.

Idéias e personalidade

A partir de 1663 (dos 35 anos de idade em diante, portanto), Almeida trabalhou na congregação de fala portuguesa da Batávia, onde ficou até o final da vida. Nesta nova fase, teve uma intensa atividade como pastor. Os registros a esse respeito mostram muito de suas idéias e personalidade. Entre outras coisas, Almeida conseguiu convencer o presbitério de que a congregação que dirigia deveria ter a sua própria cerimônia da Ceia do Senhor. Em outras ocasiões, propôs que os pobres que recebessem ajuda em dinheiro da igreja tivessem a obrigação de freqüentá-la e de ir às aulas de catecismo. Também se ofereceu para visitar os escravos da Companhia das Índias nos bairros em que moravam, para lhes dar aulas de religião - sugestão que não foi aceita pelo presbitério - e, com muita freqüência, alertava a congregação a respeito das "influências papistas".

Ao mesmo tempo, retomou o trabalho de tradução da Bíblia, iniciado na juventude. Foi somente então que passou a dominar a língua holandesa e a estudar grego e hebraico. Em 1676, Almeida comunicou ao presbitério que o Novo Testamento estava pronto. Aí começou a batalha do tradutor para ver o texto publicado - ele sabia que o presbitério não recomendaria a impressão do trabalho sem que fosse aprovado por revisores indicados pelo próprio presbitério. E também que, sem essa recomendação, não conseguiria outras permissões indispensáveis para que o fato se concretizasse: a do Governo da Batávia e a da Companhia das Índias Orientais, na Holanda.

Exemplares destruídos

Escolhidos os revisores, o trabalho começou e foi sendo desenvolvido vagarosamente. Quatro anos depois, irritado com a demora, Almeida resolveu não esperar mais - mandou o manuscrito para a Holanda por conta própria, para ser impresso lá. Mas o presbitério conseguiu parar o processo, e a impressão foi interrompida. Passados alguns meses, depois de algumas discussões e brigas, quando o tradutor parecia estar quase desistindo de apressar a publicação de seu texto, cartas vindas da Holanda trouxeram a notícia de que o manuscrito havia sido revisado e estava sendo impresso naquele país.

Em 1681, a primeira edição do Novo Testamento de Almeida finalmente saiu da gráfica. Um ano depois, ela chegou à Batávia, mas apresentava erros de tradução e revisão. O fato foi comunicado às autoridades da Holanda e todos os exemplares que ainda não haviam saído de lá foram destruídos, por ordem da Companhia das Índias Orientais. As autoridades Holandesas determinaram que se fizesse o mesmo com os volumes que já estavam na Batávia. Pediram também que se começasse, o mais rápido possível, uma nova e cuidadosa revisão do texto.

Apesar das ordens recebidas da Holanda, nem todos os exemplares recebidos na Batávia foram destruídos. Alguns deles foram corrigidos à mão e enviados às congregações da região (um desses volumes pode ser visto hoje no Museu Britânico, em Londres). O trabalho de revisão e correção do Novo Testamento foi iniciado e demorou dez longos anos para ser terminado. Somente após a morte de Almeida, em 1693, é que essa segunda versão foi impressa, na própria Batávia, e distribuída.

Ezequiel 48.21

Enquanto progredia a revisão do Novo Testamento, Almeida começou a trabalhar com o Antigo Testamento. Em 1683, ele completou a tradução do Pentateuco (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento). Iniciou-se, então, a revisão desse texto, e a situação que havia acontecido na época da revisão do Novo Testamento, com muita demora e discussão, acabou se repetindo. Já com a saúde prejudicada - pelo menos desde 1670, segundo os registros --, Almeida teve sua carga de trabalho na congregação diminuída e pôde dedicar mais tempo à tradução. Mesmo assim, não conseguiu acabar a obra à qual havia dedicado a vida inteira. Em 1691, no mês de outubro, Almeida morreu. Nessa ocasião, ele havia chegado até Ezequiel 48.21. A tradução do Antigo Testamento foi completada em 1694 por Jacobus op den Akker, pastor holandês. Depois de passar por muitas mudanças, ela foi impressa na Batávia, em dois volumes: o primeiro em 1748 e o segundo, em 1753.

Fonte: A Bíblia no Brasil, nº. 160, 1992, p. 14.

Extraído do site: www.urrodoleao.com.br ©

quarta-feira, 11 de maio de 2011

John Newton


Nascido em 24 de julho de 1725 em Londres, filho de um comandante da marinha mercante que navegava no Mediterrâneo, perdeu a mãe a menos de duas semanas de seu sétimo aniversário.

Aos 11 anos de idade foi para o mar com o pai, aos dezenove foi obrigado a entrar em serviço em um navio de guerra (1744), o HMS Harwich, tão horríveis eram as condições que ele desertou, mas foi recapiturado e rebaixado a aspirante de marinha comum.

A seu próprio pedido foi posto em um navio de tráfico de escravos que o levou à costa de Serra Leoa onde se tornou servo de um escravo comerciante o qual abusava dele brutalmente. Já em 1748 foi resgatado por um conhecido de seu pai.
Por fim John Newton se tornou capitão de seu próprio navio de tráfico de escravos. Sua tripulação o achava um pouco mais que um animal de tão miserável que era.

Os navios que traficavam escravos faziam o primeiro pé de sua viagem da Inglaterra quase vazios até que escorassem na costa africana. Lá os chefes tribais entregavam aos Europeus as “cargas” compostas de homens e mulheres, capturados nas invasões e nas guerras entre tribos. Os compradores seleccionavam os espécimes mais finos, e comprava-os em troca de armas, munições, licor, e tecidos.Os cativos seriam trazidos então a bordo e preparados para o “transporte”. Eram acorrentados nas plataformas para impedir suicídios. Colocados lado a lado para conservar o espaço, em fileira após a fileira, uma após outra, até que a embarcação estivesse “carregada”, normalmente até 600 “unidades” de carga humana.

Os escravos eram “carregados” nos navios para a viagem através do Atlântico. Os capitães procuraram fazer uma viagem rápida esperando preservar ao máximo a sua carga, contudo a taxa de mortalidade era alta, normalmente 20% ou mais. Quando um surto de disenteria ou qualquer outra doença ocorria, os doentes eram atirados ao mar.

Uma vez chegados ao Novo Mundo, os negros eram negociados por açúcar e melaço que os navios carregavam para Inglaterra no pé final de seu “comércio triangular.”
John Newton transportou muitas cargas de escravos africanos trazidos à América no século XVIII.

Foi durante uma tempestade aterradora que Newton teve a experiência da mão providente e graciosa de Deus, quando tudo parecia perdido, em meio ao processo de afundamento de seu navio deixou registrado em seu diário de bordo a exclamação “Senhor, tende piedade de nós”.

Posteriormente refletindo que tal atitude provava a ele mesmo que cria em Deus, concluiu que deveria trabalhar para Ele. Até os fins de seus dias passou a observar a data de seu novo nascimento, 10 de maio de 1748, o dia de sua “conversão”.

Continuou no tráfico de escravos por mais algum tempo, mas foi tornando-se mais humano, até finalmente deixar o tráfico de escravos.
Estudou e foi ordenado ministro do Evangelho em Olney onde deixava as igrejas cheias por mais de 4 décadas. O período de 1760-1770 compos muitos hinos. Também escreveu ao longo de sua vida revistas e cartas.

Nos últimos 43 anos de sua vida ele pregou o evangelho em Olney e em Londres. Em 1782, próximo a sua morte, Newton disse:

“Minha memória já quase se foi, mas eu recordo duas coisas: Eu sou um grande pecador, Cristo é o meu grande salvador.”

No túmulo de Newton lê-se:

“John Newton, uma vez um infiel e um libertino, um mercador de escravos na África, foi, pela misericórdia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, perdoado e inspirado a pregar a mesma fé que ele tinha se esforçado muito por destruir”.

O seu mais famoso testemunho continua vivo, no mais famoso das centenas de hinos que escreveu:



Maravilhosa Graça

Maravilhosa que alcançou
Um pobre como eu,
Que a mim, perdido e cego achou,
Salvou e a vista deu!

De vãos temores e aflição
A graça me livrou
E doce alívio ao coração
Em Cristo me outorgou.

Se lutas vêm, perigos há,
Se é longo o caminhar,
A graça a mim conduzirá
Seguro ao santo lar.

A Deus, então, adorarei
Ali, no céu de luz,
E para sempre cantarei
Da graça de Jesus.

sábado, 7 de maio de 2011

David Wilkerson

David Wilkerson (Hammond, Indiana, 19 de maio de 1931) é o pastor fundador da Igreja Times Square Church na Cidade de Nova Iorque, onde ele lançou um ministério para membros de gangues e viciados em drogas em 1958.

Ele é um mentor muito estimado de outros pastores e círculos evangélicos e viaja o mundo realizando conferências para outros pastores.

Seu trabalho em Nova Iorque na década de 1950 e 1960 levou à formação do Desfio Jovem — um ministério nacional para alcançar pessoas com vícios que mantêm suas vidas escravizadas.

O Desafio Jovem cresceu tanto que hoje inclui 173 programas residenciais e muitos centros de evangelismo nos Estados Unidos, e 241 centros em 77 outros países. O programa afirma ter um índice de recuperação de 86 por cento.

A história dos cinco primeiros anos de seu ministério em Nova Iorque é relatada em “A Cruz e o Punhal”, um livro do qual ele se tornou co-autor em 1963. O livro se tornou um fenômeno de vendas e mais de 15 milhões de exemplares já foram distribuídos em mais de 30 línguas.

“Deus está julgando os pecados imensos dos EUA e das nações”, afirma Wilkerson. “Ele está destruindo os alicerces seculares”. Wilkerson exorta todos a estocar um abastecimento de 30 dias de alimentos e outras necessidades para lidar com a catástrofe que ele está antevendo.

“Não sei quando essas coisas acontecerão, mas sei que não estão longe”. Wilkerson concluiu em sua mensagem. “Tenho revelado para vocês o que está em minha alma. Faça com a mensagem o que você quiser”.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Irmão André - O contrabandista de Deus”

Em 1955, um jovem missionário holandês chamado André participou de uma excursão à Polônia.
Ele descobriu o remanescente de uma igreja atrás da Cortina de Ferro que precisava da Palavra de Deus.

Irmão André, como mais tarde seria conhecido no mundo todo, distribuiu uma maleta cheia de literatura cristã, este foi o humilde começo da Missão Portas Abertas com o Irmão André.

Hoje, Portas Abertas trabalha em cerca de 50 países para fortalecer a Igreja onde o preço da fé é muito alto.

Ao escrever o livro O contrabandista de Deus, Irmão André arriscou sua vida para trazer à luz a perseguição que os cristãos enfrentam no mundo todo. Seu décimo livro, Desafiando os limites da fé, cobre outros 30 anos de seu ministério.

Nos últimos anos, a paixão do Irmão André pelo Oriente Médio tem aumentado devido à diminuição da Igreja lá e da apatia em alcançar os muçulmanos. Suas amizades e o amor de Deus deram a oportunidade de André se reunir com Yasser Arafat e com líderes do Hamas e do Hizbollah. Ele está entre os poucos líderes do Ocidente que vai regularmente a esses grupos como embaixador de Cristo.

Em 1997, Irmão André recebeu o Prêmio Liberdade Religiosa, da Associação Evangélica Mundial, em reconhecimento ao seu serviço à Igreja Perseguida.

Na homenagem, foram destacadas:
• sua coragem em entregar Bíblias,
• sua abnegação em colocar a Igreja Perseguida antes da própria segurança ou conforto,
• seu trabalho em defesa da Igreja,
• seu sucesso em motivar outras pessoas a assumir a causa, e
• seu piedoso exemplo em confiar em Deus para guiá-lo e protegê-lo.


Fonte: Missão Portas Abertas

sábado, 2 de abril de 2011

Pr. Silmar Coelho

Dr. Silmar Coelho é casado com Janice Coelho a 32 anos. É pai de 4 filhos, Tiago, Filipe, Lucas e Cristine. Tiago e Lucas são pastores. Filipe é economista e administrador de empresas.

Cristine estuda propaganda e marketing. Orgulha-se dos seus filhos e de suas duas netas. Ele está entre os mais conceituados e respeitados motivadores e pregadores do país. Viaja constantemente por dezenas de países. É um especialista nas áreas de família e formação de líderes.

Doutorou-se em Teologia e Liderança pela Universidade Oral Roberts, Tulsa, USA. Escreveu vários best-sellers. É escritor premiado, músico, compositor e pastor há mais de 37 anos. É reconhecido por sua paixão ao pregar o Evangelho e pela maneira extrovertida e contagiante com que comunica as verdades da Palavra de Deus. Suas mensagens edificam, consolam, renovam e enchem de esperança a todos que o assistem.

Em um mundo de tantas angústias, as mensagens encorajadoras e dinâmicas do Dr. Silmar Coelho são um bálsamo, ele traz a Palavra de Deus para o nosso dia a dia, de uma forma simples, atual e diferente.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Loren Cunningham



Loren Cunningham é o co-fundador de Jovens Com Uma Missão (JOCUM), uma família global nascida em 1960, que está sempre em expansão e já entrou em todas as nações da terra.

Loren também é o co-fundador e presidente da Universidade das Nações, a universidade global da JOCUM. Desde seu início em 1978, nossa Universidade tem crescido e hoje oferece centenas de cursos e seminários.

Loren já visitou pessoalmente todas as nações independentes na face da terra, todos os países dependentes e mais de 150 territórios e ilhas, tudo pelo Evangelho. Isso lhe deu um entendimento especial dos acontecimentos e tendências globais e também um preparo único quanto às estratégias de Deus para o evangelismo mundial. Sua sabedoria, experiência, entendimento sobre liderança, e chamado de ser uma ponte de união dentro do corpo de Cristo o levou a ser um consultor de líderes de organizações e nações do mundo todo. Ele fala publicamente em 40 países por ano, tanto para audiências pequenas de somente algumas pessoas como para mais de um milhão de pessoas.

Nascido na cidade de Taft, na Califórnia, a família de Loren tem uma rica herança espiritual de gerações de ministros evangélicos. Seu histórico de educação inclui três Bacharelados, um Mestrado em Administração da Educação e dois Doutorados honorários. Loren é autor de quatro livros, já traduzidos em aproximadamente 60 idiomas diferentes: “Pode falar, Senhor. Estou ouvindo?”, “Aprenda a Vencer Usando as Táticas de Deus”, “Fé e Finanças no Reino de Deus”, e “Porque não Elas“?

Filha do Pastor Ed e Enid Scratch, Darlene Cunningham nasceu em Vancouver no Canadá. Desde cedo sabia que tinha um chamado especial de Deus para sua vida. Esse chamado ficou claro quando conheceu um belo jovem solteiro e cheio de visões chamado Loren Cunningham. Após seu casamento com Loren em 1963, Darlene ajudou na fundação de Jovens Com Uma Missão.

Darlene é uma facilitadora da visão da JOCUM e uma especialista na formação de líderes. Uma de suas prioridades é descobrir os dons e talentos de liderança nos jovens e ajudá-los a alcançar seu potencial em Deus. A cada dois anos Darlene também dirige uma escola de campo chamada “Escola para Treinamento de Obreiros e Líderes” que acontece sempre em alguma parte diferente do mundo.

Darlene é muito procurada como palestrante internacional por ser reconhecida como uma mulher de fé, sabedoria e que ouve a Deus. É especialmente qualificada e experiente na liderança daqueles que trabalham na JOCUM, pois tem uma perspectiva interna e entende o estilo de vida, as pressões e as alegrias da Missão. E seja qual for o contexto, ela sempre está apontando as pessoas na direção da fidelidade de Deus e sua imensa graça para todas as situações.

Loren e Darlene moram na ilha de Kona, no Havaí. Como membros da Equipe de Liderança Global da JOCUM os dois participam na liderança de uma das maiores organizações Filantrópicas Cristãs do mundo.


Fonte: JOCUM BRASIL

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