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segunda-feira, 27 de julho de 2015

O QUE ELAS QUEREM NO CASAMENTO?


Afeto

A mulher é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes, pois as relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas. A sensibilidade da mulher ao toque, por exemplo, é dez vezes maior do que a do homem.

O casamento para a mulher, é acima de tudo, a expressão máxima de amor e compromisso entre duas pessoas, e só secundariamente, entendido como uma instituição.

Esta necessidade é, em geral, ignorada pelo homem, por achar que o puro cumprimento do dever de suprir a casa é motivo de satisfação para a mulher. Mas não é assim para ela. O afeto é uma de suas necessidades permanentes e, independente do tempo que está casada, a mulher espera receber sempre do seu esposo boas e constantes doses de carinho e afeto.

Este comportamento do homem rejuvenesce e estimula a mulher a estar sempre mais atraente e assim, motivar as atitudes de afeto do seu esposo.
Intimidade

No relacionamento conjugal, quanto mais proximidade, melhor. No caso da mulher, parece que sua estrutura emocional e sua estrutura cerebral, têm este campo de necessidade maior que a do homem, fazendo com que, a convivência íntima seja muito mais buscada por ela do que por ele, no casamento. A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão empática e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade e da continuidade das relações conjugais.

A intimidade deve se expressar no âmbito da sexualidade, eixo ao redor do qual giram outros aspectos da intimidade, e significa mais que a união dos órgãos sexuais, mais que a excitação sexual recíproca de ambos, mais ainda que a mútua realização do orgasmo, mas, um encontro que dar-se no cerne de suas vidas; no âmbito das emoções, visto ser o contato em que se revela o eu mais profundo de duas pessoas e; no âmbito espiritual, ou seja, na aproximação que se desenvolve através do compartilhar as áreas das preocupações últimas, o sentido da vida e sua relação com o universo e com Deus. Neste tipo de intimidade pode dar-se o mais profundo encontro entre as pessoas. É indispensável para a própria estabilidade das relações conjugais o acercar-se deste tipo de intimidade.

Diálogo

A comunicação é um dos aspectos mais relevantes do casamento, porém, não podemos negar que é também nesta área que se concentra um grande foco de conflitos na relação conjugal, pois, homem e mulher têm, neste aspecto, acentuadas diferenças que se evidenciam logo cedo. As meninas começam a falar antes dos meninos e aos três anos têm mais ou menos o dobro do vocabulário deles. Recentes pesquisas revelam que no cérebro da mulher, a fala tem duas áreas específicas: uma principal que fica localizada na parte frontal do hemisfério esquerdo, e outra menor, no hemisfério direito. Enquanto que as mulheres usam mais de 20.000 palavras por dia, os homens usam apenas 7.000. O cérebro da mulher, portanto, já vem estruturado para usar a fala como principal forma de expressão.

Um outro aspecto relevante, é que para a mulher, a comunicação vai além de mera conversa clichê, aquela que se faz através de frases prontas e chavões, em que as palavras soam vazias. Ao se comunicar, a mulher expressa sentimentos e usa a comunicação num nível mais profundo, para se aproximar e tornar-se íntima. Daí a sua grande necessidade de falar sobre a relação e de ter o feeedback do seu cônjuge a esse respeito.

Sem sombra de dúvida, ao lado de um homem calado, com o olhar perdido, sempre há uma mulher se sentindo desprezada e distante, com a sensação de que algo vai muito mal na sua relação conjugal. O silêncio do homem é uma das maiores ameaças para a mulher.

Honestidade

A personalidade de uma pessoa sempre foi um aspecto importante a ser avaliado no momento de se decidir por uma relação duradoura. Nas mulheres, isto parece ser ainda mais valorizado que nos homens. Enquanto estes têm a tendência de se basear mais pela vista, aquelas se interessam mais por qualidades interiores do homem, os traços de sua personalidade, suas características pessoais, seu caráter.

A honestidade é um dos traços que a mulher mais admira no homem. Só numa relação de honestidade e franqueza a mulher se sente segura e tranqüila para expressar livremente toda a grandeza dos seus sentimentos.

E o homem, não valoriza também o caráter da mulher? Evidente que sim. O que faz com que ele não coloque este aspecto como uma necessidade primordial no casamento, é que o comportamento da mulher, em geral não lhe causa tanta preocupação.

Sustento financeiro

Quase que em toda história da humanidade o homem exerceu o papel de provedor da família. Era o responsável pelo abrigo e o sustento desta. Há no seu cérebro, uma estrutura programada para esse tipo de comportamento e, mesmo nos nossos dias, não é simples para ele conviver numa situação em que a mulher esteja fazendo o seu papel, como acontece em muitas famílias. A mulher, por sua vez, não superou o condicionamento de milhões de anos, vivendo sob a proteção do homem e continua a vê-lo como o mantenedor do lar, mesmo nos casos em que esteja ganhando mais que ele.

O homem, de algum modo, é visto como fundo de reserva para a mulher. No mínimo, ela espera dele uma cooperação financeira para sua maior segurança no casamento. Neste aspecto, parece não haver tanta discrepância entre homem e mulher pois, se ele mantém a consciência de mantenedor da casa, ela continua a esperar dele o cumprimento desse papel na construção do casamento.

As divergências neste campo se dão mais em termos das prioridades de ambos. Homens e mulheres divergem muito na hora de usar o dinheiro.

Esperamos que os casais sejam mais diligentes em procurar compreender as diferenças existentes entre o modo de ser masculino e o modo de ser feminino. 

A dinâmica dessas diferenças dentro de um ambiente de mútua compreensão enriquecerá ainda mais a fascinante aventura da vida, o casamento.

 Pr. Risan-joper

segunda-feira, 9 de março de 2015

12 Razões para esperar até o casamento:



01. Porque eu quero, e quero muito.

Quem disse que é fácil passar pelas tentações? Porém tenho plena consciência das minhas escolhas e faço vivência delas, assim como de suas consequências. Por isso EU QUERO e escolho esperar até o casamento.

“Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz… (2Tm 2:22)

02. Para deixar de ser o centro da própria vida

Deixar Deus dominar minha vida, como o dono de tudo que tenho e sou. “Também o coração dos homens está cheio de maldade, nele há desvarios enquanto vivem.” (Eclesiastes 9:3)

03. Não desonrar a Deus

Imagino o profundo arrependimento de saber que desonrei meu Deus e a outra pessoa… sabendo que cedi à tentação da carne e que banalizei uma coisa tão perfeita que Deus fez pra mim. Tomo as palavras de José ao ser tentado: “Como poderia eu cometer uma tamanha maldade e pecar contra Deus?”

04. Ser e fazer a diferença nesta sociedade que prega sexo como profano e momentâneo

Fazemos parte de uma geração descomprometida. Tornou-se comum obter benefícios de forma imediata e desprezar as responsabilidades. Porém a orientação bíblica é que “…vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo. “ (FL. 2:15)

05. Para oferecer ao meu esposo (a) uma das maiores demonstrações de amor

Viver a imensa alegria do sexo e poder dividir isso com quem vou passar o resto da minha vida

A Bíblia não fala em tornar-se UM a toa. “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” (Gn 2:24) Tem coisa melhor do que ser UMA SÓ CARNE com a pessoa que você passará o resto dos seus dias? “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro…” Hb. 13.4

06. Para rever suas prioridades

A prioridade é estudar, viajar? Se minha prioridade não é casar, porque ter uma vida marital com meu namorado? “Para tudo há uma ocasião certa. Há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu.” Ec. 3.1

07. Para tomar mais cuidado comigo mesmo

Gasta-se milhões em conscientização das doenças sexualmente transmissíveis e incentivando o uso da camisinha. Ao mesmo tempo, cresce o número de jovens infectados com DSTs ou enfrentando uma gravidez inesperada. Portanto, o melhor método de prevenção é a ausência do sexo. Isso é lógico! Se eu não tenho relações com pessoas diversas, não corro o risco de pegar doença sexualmente transmissível. Esperar ainda é o melhor método! “A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa, não dominado pela paixão de desejos desenfreados, como os pagãos que desconhecem a Deus. O Senhor Deus castigará todas essas práticas. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.” I Ts 4.3-5;7

08. Filhos no tempo certo

Ter filhos no século XXI não é fácil, ainda mais um filho fora do casamento, onde estarei despreparada, trancar a faculdade, sair do emprego, etc.

09. Para respeitar e obedecer meus pais

Não me sentiria confortável contando que fui no motel com meu namorado diante do meu pai. Não me sentiria à vontade sabendo que meus pais estão preocupados que eu possa engravidar ou pegar uma doença.

Dentro do casamento as coisas mudam.

10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem!

As meninas foram criadas com a promessa que o príncipe encantado chegaria com o cavalo branco resgatando das aflições existentes. Bem, sabemos que a realidade é bem diferente. Enfrentar a realidade como é, sem buscar satisfação de uma ausência de carinho em vários relacionamentos, além de sábio, é prudente.

11. Para passar pela experiência da Lua-de-mel

Lua de mel deixou de ser “o grande momento” da vida do casal, passou ser um tempo de viajem e não de descoberta no mundo moderno. Eu optando por ESPERAR, a lua de mel torna a ter o verdadeiro sentido, a emoção e a descoberta. Eu quero muito isso!

12. Para testemunhar

Viver Jesus no dia de hoje é fundamental para uma vida cristã saudável pautada na Bíblia. Ter um casamento abençoado testemunhando a santidade durante o namoro para os filhos é o verdadeiro exemplo vivido.

Fonte: Cabeça Jovem

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Os ‘7’ comos de Deus...



“...Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito.” Ef 5.22 – 33

Não há uma pessoa em Belo Horizonte, que não tenha ficada chocada com a tragédia que aconteceu em Nova Lima, quando um empresário matou sua esposa a facadas e depois se matou.

Muitas vezes olhamos para um condomínio fechado, para uma pessoa que tem uma boa condição financeira e achamos que está tudo bem, porque julgamos pelas aparências. Mas pode ser que aquela pessoa esteja vivendo uma verdadeira guerra.

O texto de Efésios 5, fala sobre a família, sobre o referencial que devemos ser e a igreja não pode se omitir e olhar segundo as aparências. Antes deve pregar a todas as pessoas independentes de sua condição social, porque o diabo não tem emoções, ele não respeita diplomas na parede. Todos carecem da salvação eterna e temos um único adversário que é satanás.

I como: “As mulheres sejam submissas ao seu marido, como ao Senhor. vs 22
A palavra submissão é muito mal traduzida no português. A submissão da mulher na Bíblia é equivalente a ser ‘sub-comandante’ na família. A palavra sub, significa: a principal pessoa na ausência do principal. As mulheres devem ser submissas ao marido como já fazem com Deus, com Jesus.

É como num avião que tem o comandante e o sub-comandante. Muitas mulheres rejeitam a palavra submissão, porque os maridos interpretam essa palavra de forma errônea.
Ao tomar decisões, o comandante (no caso o marido), pedirá opiniões ao sub-comandante (a esposa), porque na sua ausência, a mulher deve saber tudo que está acontecendo.
A palavra submissão na Bíblia não deve remeter as mulheres uma condição de escravidão, e sim a compreensão da posição da mulher no casamento, que é de auxiliar o marido.

II como: “Porque o marido é o cabeça da mulher, como também é Cristo o cabeça da igreja...” Vs 23

A igreja é de Cristo! Para salvar a igreja, Cristo precisa ser O Cabeça! A decisão final é do cabeça, do homem!

III como: “Como, porém a igreja está sujeita a Cristo, assim as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido!”

Porque muitas mulheres não prestam conta do que fazem aos seus maridos? Pela influência de satanás nas famílias. A Bíblia diz que as mulheres devem ser submissas em tudo aos seus maridos. Isso significa, prestar contas, pedir opinião, etc. Fazes essas coisas não denigrem a mulher, antes a dignifica.

IV como: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” Vs 25

Amar a esposa como Cristo amou a igreja é mais difícil que a esposa ser submissa ao seu marido. O marido deve entregar-se por sua esposa, defendê-la, e dar o melhor a ela.
O marido deve tomar iniciativa dentro do lar, conferir segurança, proteção a sua esposa. Existem fases que o marido pode ficar desempregado, ou seu salário diminuir, mas são circunstâncias passageiras que não podem se perpetuar. O marido não deve ser preguiçoso, sua obrigação é trazer provisão para o lar!
V como: “ e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.” Ef 5.27
O marido deve apresentar sua esposa ao Senhor pura, deve zelar por sua vida espiritual. Existem esposas que chamam seus maridos para ir a igreja, que tomam a iniciativa do clamor, da oração pelo lar – quando essa postura deve partir do homem, do cabeça.

VI como: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher, como ao próprio corpo!” vs 28
O mesmo homem que escuta uma mulher pedir socorro e mata sua esposa a facadas é capaz de matar a si mesmo também com facadas. O que aconteceu com esse empresário, aconteceu com Judas. Veja Mateus 27.1-6

Judas não tinha amigos, não havia ninguém que poderia ser como um ‘freio’ na vida, e nas decisões dele.

O que é isso que tem acontecido nas famílias? As pessoas estão se alimentando com toda a sorte de porcarias através da televisão, da pornografia, da internet. Muitos se isolam, e na hora da angustia, do desespero, não têm ninguém com quem contar!

A mulher deve respeitar seu marido e vice-versa. Se você está vivendo situações difíceis no seu casamento peça ajuda! Um homem que mata sua esposa a facadas, a vê pedindo socorro e faz uma atrocidade dessas – isso não é normal! Meu Deus! Senhor cuide de nós, cuide das nossas famílias!

A ganância do ser humano e todo o dinheiro que uma pessoa possa ter, jamais substituirão a paz! Jesus disse: “Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou, não como o mundo a dá.”

VII como: Cada um ame a sua esposa, como a si mesmo, e a esposa respeite o marido (vs 33)
Chega um momento na vida do casal, que mais importante que as demonstrações de amor, é o respeito. Só com o respeito o casamento subsiste. O respeito nunca é demais e a base para um relacionamento feliz e próspero!

Pr. Jorge Linhares

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O que é santidade?



Temos uma ideia completamente errada do que é santidade. A maioria acha que santidade é alguma coisa que você só encontra quanto mais você nega, rejeita, e se abstém das alegrias, prazeres e coisas boas da vida. Não! Definitivamente não.

Santidade não vem com isolamento, muitas vezes isolamento gera orgulho, solidão, religião que depende das obras e não da graça e amor de Deus. Santidade não nega a vida, pelo contrário, a santifica, a faz bela, a faz sagrada.

Santidade também não vem com a ausência ou rejeição do prazer. Santidade não destrói ou anula o prazer, ela o controla, o faz glorificar a Deus que o criou, o faz respeitar o outro, sem usar o prazer de forma egoísta ou maligna.

Santidade o faz humilde, sem humilhá-lo; o apequena enquanto o engrandece, mortifica a carne, mas beneficia o corpo, fortalece o espírito sem destruir a vida, o arranca do mundo, mas não teme a vida, consagra o prazer, enxergando sua beleza e valor.

Santidade o faz consagrado, mas não fanático. O afasta do mundo, mas não o leva a esquizofrenia. Muda seu estilo de vida, mas não o conduz a esquisitice. O faz abandonar comportamentos, mas não condenar pessoas; amar a vida, não fugir dela.


Pr. Silmar Coelho
Casado com Janice Coelho, é pai de Tiago, Filipe, Lucas e Cristine. Doutor em liderança pela Universidade Oral Roberts, Tulsa/ USA. Escreveu vários Best-Sellers.  É escritor premiado, músico, compositor e pastor há mais de 39 anos.

www.silmarcoelho.com.br
Twitter: @silmarcoelho
Facebook: pastorsilmar

domingo, 19 de maio de 2013

Relacionamento Precoce



Note bem o que está sendo dito, Deus não é contra os relacionamentos, o grande problema são os relacionamentos fora do tempo, isso tem barrado o chamado de muitos jovens. 

Paixõe desenfreiadas que depois só trazem marcas e tragédias, num tempo que poderia ser totalmente gasto pra Deus!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

DICAS PARA OS MARIDOS



“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá, mais se tem”.
                                                               
O amor requer ações para ser real. Nós mulheres necessitamos ser amadas. Quando as esposas não se sentem amadas, elas ficam amarguradas, irritadas e reclamam de quase tudo por não terem suas necessidades emocionais supridas.

Como o homem é racional e a mulher é emocional, um age com o outro da mesma forma como sente.

Como então os maridos podem atender às necessidades emocionais de suas esposas?

Tenho trabalhado com um grupo de mulheres há seis anos, “As Filhas de Sara”, e percebo como elas gostariam de ser tratadas por seus maridos. Por isso desenvolvi algumas sugestões para ajudar os maridos em sua missão de fazer as esposas sentirem-se amadas.

1ª - É necessário assegurá-la sempre de seu amor; dizer que a ama de formas inesperadas.

2ª – Fazer carinhos, abraçá-la e beijá-la, sem que haja interesse sexual.

3ª – Cuidar: acompanhá-la, quando puder, ao médico, às compras, shoppings.

4ª - Ouví-la sempre, ainda que não seja assunto importante. Desenvolver o diálogo, falar de seus sentimentos. As mulheres necessitam ouvir seus maridos.

5ª – Comemore o aniversário dela e o de casamento. Anote na agenda para não esquecer.

6ª – Cultive o romantismo: rosas, bombons, mãos dadas, café na cama, massagens relaxantes e mimos fora de datas especiais; relembre a lua-de-mel!

7ª - Valorize-a sempre: elogie sua beleza, qualidades e dotes culinários.

8ª – Diga sempre que ela é importante para você e como pode torná-la mais feliz.

9ª – Pergunte se ela precisa de ajuda nos serviços ou consertos domésticos.

10ª – Ser sacerdote do lar: ore com ela, por ela e seus filhos.

Por: Nilson e Alcyone Couto
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A justiça do Cristão: fidelidade no casamento


Mateus 5:31-32

A terceira antítese (sobre o divórcio) é uma seqüência natural da segunda (sobre o adultério). Pois, em determinadas circunstâncias, Jesus diz agora, um novo casamento de uma pessoa divorciada, ou com uma pessoa divorciada, é equivalente a adultério. Esta terceira antítese é essencialmente um chamamento à fidelidade matrimonial.

Confesso minha relutância básica em tentar fazer a exposição destes versículos. Parcialmente porque o divórcio é um assunto complexo e controvertido, mas muito mais porque é um assunto que afeta profundamente as emoções das pessoas. Pode-­se dizer que talvez não haja infelicidade tão pungente quanto a de um casamento infeliz. Talvez não haja tragédia maior que a degeneração, numa separação de amargura, discórdia e desespero, do relacionamento que Deus pretendia que fosse cheio de amor e satisfação. 

Embora eu creia que o caminho divino, em muitos casos, não é o divórcio, espero escrever com sensibilidade, pois conheço a dor de muitos e não desejo contribuir ainda para o seu desespero. Mas, como estou convencido de que o ensinamento de Jesus sobre este assunto, como sobre qualquer outro, é bom, intrinsecamente bom, tanto para cada indivíduo como para a sociedade, encho-me de coragem para escrever.

1. A fidelidade no casamento (vs. 31, 32)

Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: Qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de adultério, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada, comete adultério.

Estes dois versículos dificilmente poderiam ser considerados como a totalidade das instruções dadas por nosso Senhor a respeito do divórcio, ali no monte. Parece serem um sumário abreviado dos seus ensinamentos, dos quais Mateus registra uma versão mais completa no capítulo 19. É melhor reunir as duas passagens para interpretar a mais curta à luz da mais longa. Foi assim que, mais tarde, aconteceu o debate de Cristo com os fariseus:

19:3-9 Vieram a ele alguns fariseus, e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? Então respondeu ele: Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem é mulher, é que disse: Por esta causa deixará o homem pai é mãe, é sé unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Replicaram-lhe: Por que mandou então Moisés dar carta de divórcio é repudiar? Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; entretanto, não foi assim desde o princípio. Eu, porém, vos digo: Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, é casar com outra, comete adultério.

Sabemos que havia uma controvérsia sobre o divórcio entre as duas escolas rabínicas rivais de Hillel e de Shammai. O Rabi Shammai adotava uma linha rigorosa e ensinava, com base em Deuteronômio 24:1, que a única base para o divórcio era grave ofensa matrimonial, algo evidentemente “impróprio” ou “indecente”. O Rabi Hillel, por outro lado, defendia um ponto de vista muito relaxado. Se é que podemos confiar no historiador judeu Josefo, esta era a atitude comum, pois ele aplicava a provisão mosaica a um homem que “deseja divorciar-se de sua esposa por qualquer motivo”. Do mesmo modo, Hillel, argumentando que a base para o divórcio era alguma coisa “imprópria”, interpretava este termo da maneira mais ampla possível para incluir as mais triviais ofensas de uma esposa. Se ela se mostrasse uma cozinheira incompetente e queimasse o jantar do marido, ou se ele perdesse o interesse nela por causa da sua falta de atrativos ou porque se apaixonasse por alguma outra mulher mais bonita, estas coisas eram “impróprias” e justificavam o seu divórcio. Parece que os fariseus se sentiam atraídos pela frouxidão do Rabi Hillel, o que explica a forma de sua pergunta: “É lícito ao marido repudiar sua mulher por qualquer motivo?” Em outras palavras, queriam saber de que lado Jesus se punha nessa questão contemporânea, e se ele pertencia à escola do rigor ou à da frouxidão.

A resposta de nosso Senhor a essa pergunta foi dada em três partes. Convém considerá-las separadamente e na ordem em que ele as enunciou. Em cada uma delas discordou dos fariseus:

a. Os fariseus estavam preocupados com os motivos para o divórcio; Jesus, com a instituição do casamento.

A pergunta deles foi estruturada de tal forma a induzir Jesus a declarar o que ele considerava ser motivo justo para o divórcio. Por quais motivos poderia um homem divorciar-se de sua esposa? Por um só motivo, por diversos motivos, ou por nenhum motivo?

A resposta de Jesus não foi uma resposta. Ele recusou-se a responder à pergunta deles. Em lugar disso, fez uma contra­pergunta sobre o que tinham lido nas Escrituras. Ele reportou-os ao livro de Gênesis, tanto à criação do homem, feito macho e fêmea (no capítulo 1) como também à instituição do casamento (no capítulo 2), através do qual o homem deixa seus pais e se une à sua esposa para se tornarem um só. Esta definição bíblica implica em dizer que o casamento é exclusivo (“o homem...sua mulher”) e permanente (“se unirá” à sua mulher). Foram estes dois aspectos do casamento que Jesus selecionou para enfatizar em seu comentário (v. 6). Primeiro, “de modo que já não são mais dois, porém uma só carne” e, em segundo lugar, “Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. Assim, o casamento, segundo a exposição que nosso Senhor fez de suas origens, é uma instituição divina, pela qual Deus transforma permanentemente, em uma, duas pessoas que decidida e publicamente tenham deixado os seus pais a fim de formar uma nova célula da sociedade; então, tornam-se “uma só carne”.

b. Os fariseus diziam que a provisão de Moisés para o divórcio era um mandamento; Jesus chamou-o de concessão à dureza dos corações humanos

Os fariseus responderam à exposição de Jesus sobre a instituição do casamento e sua permanência com a pergunta: “Por que mandou então Moisés dar carta de divórcio e repudiar?” A citação que Jesus fez dos ensinos dos escribas no Sermão do Monte foi semelhante: “Também foi dito: Qualquer que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio”. 

Ambas eram versões truncadas da provisão mosaica, descaso típico dos fariseus pelo que as Escrituras realmente diziam e seu significado. Eles enfatizavam a concessão de um certificado de divórcio, como se essa fosse a parte mais importante da provisão mosaica, e então se referiam a ambos, o certificado e o divórcio, como “mandamentos” de Moisés.

Uma leitura cuidadosa de Deuteronômio 24:1-4 revela algo bem diferente. Para começar, todo o parágrafo dependia de uma longa série de cláusulas condicionais. Isto fica explícito na seguinte paráfrase: “Depois que um homem se casar com uma mulher, se ele descobrir nela algo indecente, e se ele lhe der um certificado de divórcio e divorciar-se dela e ela for embora, e se ela casar-se novamente, e se o seu segundo marido também lhe der uma certidão de divórcio e divorciar-se dela, ou se o seu segundo marido morrer, então o seu primeiro marido que se divorciou dela fica proibido de casar-se novamente com ela ...”. A força da passagem está na proibição do novo casamento com a companheira da qual alguém se divorciou. 

O motivo deste regulamento é obscuro. Talvez seja porque se a “indecência” dela era tão “desonrosa” que constituiu motivo suficiente para o divórcio, também seria motivo suficiente para não aceitá-la de volta. Também pode ter a intenção de advertir o marido contra uma decisão apressada, pois uma vez tomada não pode ser rescindida, e assim proteger a esposa contra explorações. Para nosso propósito, basta observar que esta proibição é a única ordem de toda a passagem; naturalmente não há ordem alguma para o marido divorciar-se de sua esposa, nem qualquer incentivo para que o faça. Tudo o que temos, por outro lado, é uma referência a certos procedimentos necessários se o divórcio acontecer; e, conseqüentemente, uma permissão muito relutante fica implícita e uma prática costumeira é tolerada.

Como, então, Jesus respondeu à pergunta dos fariseus sobre a regulamentação de Moisés? Ele a atribuiu à dureza dos corações das pessoas. Fazendo assim, não negou que a regulamentação vinha de Deus. Deu a entender, entretanto, que não era uma instrução divina, mas apenas uma concessão de Deus por causa da fraqueza humana. Foi por isso que “Moisés vos permitiu repudiar...”, disse ele (v. 8). Mas, então, imediatamente referiu-se de novo ao propósito original de Deus, dizendo: “Entretanto, não foi assim desde o princípio”. Assim, até mesmo a própria concessão divina era, em princípio, incoerente com a divina instituição.

c. Os fariseus tratavam o divórcio com leviandade; Jesus o considerou tão seriamente que, com uma única exceção, chamou a todo novo casamento depois do divórcio de adultério

Esta foi a conclusão da sua discussão com os fariseus, e isto é o que se registrou no Sermão do Monte. Talvez seja conveniente ver os seus dois argumentos conjuntamente.

5:32 Eu, porém, vos digo: Qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada, comete adultério.
19:9 Eu, porém, vos digo: Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra, comete adultério.

Parece que se presume que o divórcio levava ao novo casamento das partes divorciadas. Só esta presunção explica a declaração de que um homem que se divorcia de sua esposa sem motivo “a expõe a tornar-se adúltera”. Sua ação teria tal resultado apenas se ela se casasse novamente. Além disso, uma separação sem divórcio - em termos legais, a mensa et toro (de mesa e cama) mas não a vinculo (dos laços matrimoniais) - é um arranjo moderno desconhecido no mundo antigo.

Considerando que Deus instituiu o casamento como uma união exclusiva e permanente, uma união que ele faz e que o homem não deve quebrar, Jesus chega à inevitável conclusão de que divorciar-se de um parceiro e casar-se com outro, ou casar-se com uma pessoa divorciada, é assumir um relacionamento proibido, adúltero, pois a pessoa, que conseguiu um divórcio aos olhos da lei humana, ainda está casada, aos olhos de Deus, com o seu primeiro parceiro.

Apenas uma única exceção foi feita a este princípio: exceto em caso de relações sexuais ilícitas (5:32) ou sendo por causa de relações sexuais ilícitas (19:9). A chamada “cláusula de exceção” é um enigma muito conhecido. Os comentaristas não são unânimes quanto à sua autenticidade ou quanto ao seu significado.

Em primeiro lugar, esta cláusula é autêntica. Eu gostaria de argumentar, como o fazem quase todos os comentaristas conservadores, que temos de aceitar esta cláusula não só como parte genuína do Evangelho de Mateus (pois nenhum manuscrito a omite), mas também como palavra autêntica de Jesus. O motivo por que muitos a rejeitaram, considerando-a como uma interpolação de Mateus, é que está ausente de passagens paralelas nos evangelhos de Marcos e Lucas. Mas Plummer estava certo quando taxou de “hipótese violenta” essa rejeição apressada da cláusula de exceção, considerando-a um acréscimo editorial. Parece muito mais provável que a sua ausência em Marcos e Lucas deve-se não à ignorância deles, mas por pressuporem que esta cláusula fosse assunto do conhecimento de todos. Afinal de contas, sob a lei mosaica o adultério era punido com a morte (embora a pena de morte para esta transgressão possivelmente tenha caído em desuso no tempo de Jesus); portanto, ninguém teria duvidado que a infidelidade conjugal fosse motivo para o divórcio. Até mesmo os rabinos rivais, Shammai e Hillel, concordavam com isso. Só discordavam quanto à amplitude com que esta expressão “alguma coisa indecente” em Deuteronômio 24:1 poderia ser interpretada.

A segunda dúvida sobre a cláusula de exceção refere-se ao que significa por causa de relações sexuais ilícitas, conforme traduz a Edição Revista e Atualizada. A palavra grega é porneia. Normalmente é traduzida por “fornicação”, indicando a imoralidade dos que não são casados, e freqüentemente distingue-se de moicheia (“adultério”), a imoralidade dos casados. Por causa disto, alguns têm argumentado que a cláusula de exceção permite o divórcio no caso de descobrir-se algum pecado sexual pré-marital.

Alguns acham que “a coisa indecente” de Deuteronômio 24:1 tem o mesmo significado. Mas a palavra grega não é bastante precisa para ficar assim limitada. Porneia deriva de porne, prostituta, sem especificar se esta é casada ou solteira. Também não especifica o estado civil do seu cliente. Mais ainda, foi usada na Septuaginta referindo-se à infidelidade de Israel, a esposa de Jeová, conforme exemplificado em Gomer, esposa de Oséias. Devemos, então, concordar com R. V. G. Tasker, que concluiu que porneia é um “termo abrangente, incluindo adultério, fornicação e perversão sexual”. Ao mesmo tempo, não temos liberdade de cair no extremo oposto e argumentar que porneia abranja toda e qualquer ofensa que tenha de alguma forma até mesmo vaga, qualquer coisa a ver com o sexo. Isto seria praticamente o mesmo que igualar porneia com “incompatibilidade”, e não temos apoio etimológico para isso. Não; porneia significa “falta de castidade”, algum ato de imoralidade sexual física.

O que, então, Jesus ensinou? N. B. Stonehouse oferece uma boa paráfrase da primeira parte da antítese do Sermão do Monte: “Vocês ouviram a apelação dos mestres judeus sobre Deuteronômio 24:1, com a intenção de consubstanciar uma prática que permita aos maridos divorciar-se, livremente e a seu bel-prazer, de suas esposas, fornecendo-lhes simplesmente um estúpido documento legal de transação”. “Mas eu digo a vocês”, continuou Jesus, que tal comportamento irresponsável da parte do marido fará com que ele, sua esposa e os novos parceiros tenham uniões que não constituem casamentos, mas adultérios. Neste princípio geral, temos uma exceção. A única situação em que o divórcio e o novo casamento são possíveis sem transgredir o sétimo mandamento é quando o casamento já foi quebrado por algum sério pecado sexual. Neste caso, e só neste caso, Jesus parece ter ensinado que o divórcio seria permissível, ou pelo menos poderia ser obtido sem que a parte inocente adquirisse mais tarde o estigma do adultério. A tendência moderna dos países ocidentais de estruturar a legislação para o divórcio com base, antes, na “separação irrecuperável” ou “morte” do casamento e não na “ofensa matrimonial” precisa de leis melhores e mais justas; não se pode dizer que seja compatível com os ensinamentos de Jesus.

Não obstante, o assunto não pode ser abandonado aqui, pois esta relutante permissão de Jesus continua precisando ser considerada pelo que é, a saber, uma acomodação sustentada por causa da dureza dos corações humanos. Além disso, deve-se sempre ler no contexto imediato (o endosso enfático de Cristo à permanência do casamento no propósito de Deus) e também no contexto mais amplo do Sermão do Monte e de toda a Bíblia, que proclama um evangelho de reconciliação. Não significa muito o fato de que o Amante Divino estivesse sempre pronto a atrair novamente Israel, sua esposa adúltera? Portanto, que ninguém comece uma discussão sobre este assunto, indagando sobre a legitimidade do divórcio. Estar preocupado com os motivos para o divórcio é ser culpado daquele mesmo farisaísmo que Jesus condenou. 

Toda a sua ênfase na discussão com os rabinos foi positiva, isto é, foi colocada sobre a instituição original divina do casamento como um relacionamento exclusivo e permanente, no qual Deus junta duas pessoas numa união que nenhum homem pode interromper; e (é preciso acrescentar) ele enfatizou a sua ordem dada a seus seguidores para amarem-se e se perdoarem uns aos outros, e para serem pacificadores em cada situação de luta e discórdia. Crisóstomo reuniu, adequadamente, esta passagem às bem-aventuranças e comentou em sua homilia: “Pois aquele que é manso, pacificador, humilde de espírito e misericordioso, como poderia repudiar sua esposa? Aquele que está acostumado a reconciliar os outros, como poderia discordar daquela que é a sua própria carne?”  Com este ideal, propósito e chamamento divinos, o divórcio só pode ser considerado uma trágica deterioração.

Portanto, falando pessoalmente como pastor cristão, sempre que alguém me pede para conversar sobre o divórcio, já há alguns anos me recuso firmemente a fazê-lo. Adotei como regra não falar com ninguém sobre o divórcio, sem antes falar sobre dois outros assuntos, isto é, casamento e reconciliação. Às vezes, uma discussão destes tópicos torna desnecessária a outra. Finalmente, apenas depois de se ter compreendido e aceitado o ponto de vista divino do casamento e o chamamento divino à reconciliação, é que há a possibilidade de se criar um contexto dentro do qual se possa falar com pesar sobre o divórcio. Acho que este princípio de prioridades pastorais é coerente com os ensinamentos de Jesus. 

Fonte: John R. W. Stott, A Mensagem do Sermão do Monte, Editora ABU, páginas 88-96.

Extraído: Missão Ichthus & Jornal Urro do Leão
www.urrodoleao.com.br © Jr 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

CASAMENTO NEM SEMPRE É SINÔNIMO DE FELICIDADE


Pr. Gilson Bifano


Trabalhando com famílias nesses últimos anos de minha vida, tenho visto muitos solteiros associando a felicidade ao estado civil. Pensam eles: "Quando me casar eu vou ser feliz".

Esquecem que só é feliz  no casamento quem já era feliz enquanto solteiro. Procurando o pote da felicidade no outro, muitos solteiros que tinham até um bom nível de satisfação pessoal, se iludem quando após dizerem o "sim" chegam no dia seguinte e constatam que as coisas não eram bem como imaginavam.

Então, guarde a primeira lição desse artigo: A felicidade não está ligada ao seu estado civil.

Está solteiro? Divorciou-se? O cônjuge faleceu? A felicidade não foi com cônjuge que abandonou o lar ou com o cônjuge que faleceu. A felicidade está em Deus, em primeiro lugar, e não no outro.

Conheço muitos não-casados super felizes! Conheço também muitos homens e mulheres casadas que estão na ante-sala do inferno da vida a dois.

Agora anote o meu segundo raciocínio.

Casamento é uma bênção de Deus. Até aí todos concordam. Só esquecem de um detalhe: Casamento não é uma "varinha mágica"  que torna uma pessoa feliz de uma hora para outra. Ou talvez um "ticket" para a felicidade.

Isso me faz  lembrar de uma tirinha, dessas que aparecem nos jornais das grandes cidades. Hägar, o horrível é o nome de um personagem criado por Dik Browne.

Numa dessas histórias que são publicadas diariamente por um grande jornal aqui do Rio de Janeiro, o Hägar chegou para um sábio e perguntou: "Ó sábio, diga-me qual o segredo de um casamento feliz?" O sábio então respondeu solenemente: "Você deve estar disposto ao sacrifício filho..." Aí o Hägar, com aquela cara de espanto, pergunta: "E como se faz isso?" 

O sábio volta a responder: "Você precisa deixar a bebida alcoólica, as brigas e as noitadas...Tomar banho diariamente, parar de falar palavrão, ajudar a sua mulher nas tarefas da casa". O Hägar abre os abraços e diz espantado: "Está brincando? E como isso vai me fazer feliz?". O sábio coça a barba e diz: "Ah... Você é que quer ser feliz?"

Moral da história: Se você quer ser feliz, não fique perguntando o que o outro deve fazer por você para que seja feliz. A felicidade conjugal verdadeira só acontece quando um cônjuge procura agradar, mimar e proporcionar o bem-estar do outro.

Esposa, você jamais será feliz se estiver somente preocupada que o seu marido lhe faça feliz. Marido, quer ser feliz no casamento? Siga as orientações do sábio da história. Vai precisar de sacrifício?

Claro! Mas você vai experimentar o efeito "bumerangue". Quando você se esforçar para fazer o outro feliz, essa felicidade voltará para você e então será feliz!

Última palavra: Seja feliz na situação civil que está. Não deixe que ninguém roube o seu direito de ser feliz. Está casado? Quer ser feliz no casamento?: Lembre da historinha. Pare de falar palavrão, ajude sua esposa nas tarefas da casa, tome banho todos os dias,  pare de brigar, deixe um pouco os amigos e fique com a esposinha que Deus lhe deu.

Ou você está parecendo com o Hägar? Ai vai ser horrível!

domingo, 10 de junho de 2012

Namoro Cristão x Namoro do Mundo



Namoro cristão mundo jovens palavra Jesus Deus 1 Cor 13:5 7

“O amor verdadeiro...”não procura seus interesses...” 1 Cor 13:5 (Grifo meu)

O amor verdadeiro pensa nos outros antes de si mesmo, não é egoísta. O bem estar do seu próximo está a frente de suas próprias vontades. Nos dias atuais o Namoro Cristão não tem levado em conta a palavra de 1 Cor 13:5 e tem somente procurados seus vãos interesses. Entendamos um pouco mais nesta reflexão qual é a boa vontade de Deus acerca do namoro e que possamos mudar e refletir sobre os namoros que temos nos dias atuais.

Paralelo do Namoro Cristão x Namoro do Mundo

Namoro do mundo

- sexo antes do casamento liberado;
- fornicação liberada (sexo oral e outros);
- maus pensamentos com o "cônjuge" são coisas normais;
- beijos de língua, carícias sensuais ("mãos bobas") = normal;
- aprovação do namoro e liberalidade do sexo pelos pais na maioria das vezes.

Namoro cristão

- sexo antes do casamento não liberado mas praticado;
- fornicação não liberada mas muito praticado;
- maus pensamentos com o "cônjuge" é errado mas pouco evitado;
- beijos de língua são permitidos e carícias sensuais não são permitidos mas são praticados;
- aprovação do namoro quase sempre e liberalidade do sexo pelos pais não liberada.

Agora podemos pensar, qual a diferença que o namoro "cristão" tem do namoro do mundo?!

O namoro cristão deveria ser cristão. E digo que o namoro cristão, pela tabela, é pior do que o do mundo, pois faz a mesma coisa que o namoro do mundo só que escondido da igreja e da sociedade. Não estou dizendo que todos os casais de namorados fazem isso, mas TODOS são tentados por isso. E se somos tentados por isso, devemos evitar a tentação.
Nosso "padrão" de namoro cristão infelizmente está nivelado com o do mundo. O que Deus espera de um namoro? Que eles se beijem de língua e que se excitem sexualmente? Que escondam seus erros e maus pensamentos de todos? Com certeza NÃO!

O namoro de verdade tem um maior propósito: conhecer e ser conhecido. Conhecer gostos, defeitos, alegrias, tristezas, traços psicológicos familiares, qualidades, humor e muitas outras coisas. Não vejo problema em beijar, conquanto o casal de namorados não tenham excitações além das excitações emocionais normais no padrão bíblico. (Ver história de Jacó e Raquel).

Sempre dizia para minha esposa quando namorávamos: " - Quero ter você primeiramente como a minha melhor amiga. Com o casamento você se tornará minha mulher."

Existem um engano de satanás com relação a namoro. Quando um homem começa a namorar com uma mulher, ele acha que já tem poder sobre seu corpo. Então, erroneamente, o homem se torna possessivo alegando que, pelo fato de estar namorando, pode fazer o que ele quiser com a mulher. A Bíblia diz que o homem é o cabeça da mulher, sim é verdade, mas isso só se compreende quando o homem tem uma “ALIANÇA” com a mulher. E essa ALIANÇA se chama casamento.

Gostaria que todos os jovens e adolescentes procurassem se relacionar dessa forma com o sexo oposto; conversando, se adaptando, rindo, saindo juntos, brincando um com outro, orando e se conhecendo, ao invés de saírem "metendo a lingua" na boca do outro e se excitando sexualmente antes do tempo devido. Infelizmente não podemos obrigar os jovens a ter essa visão do namoro. Podemos orientar que o namoro firmado em Deus e sua palavra evitam maus pensamentos, fornicação, sexo antes do casamento e outros. Na verdade, nós não podemos obrigar ninguém a fazer nada; só podemos orientar.

A verdade é que precisamos ser diferentes a ponto de negarmos nossos desejos e atentarmos para as vontades do Pai sobre nossa vida. Precisamos de uma vida regada a oração, jejum e leitura diária da palavra de Deus que nos testifica que o melhor é esperar em Deus e confiar em sua graça sobre nossa vida. Se o seu namoro "Cristão" não se diferencia do mundo, repense junto com seu parceiro sobre onde estão acontecendo os erros e mude enquanto há tempo de restauração. Se você ainda não tem um namorado (a), procure aprender sobre a espera de Deus as vontades que Ele tem para sua vida.

Diante desta pequena reflexão, o que podemos levar para a vida é que precisamos ser radicais e termos Deus como foco de nossos relacionamentos. Jesus é o alvo imutável, se o buscarmos não seremos confundidos em nada. Se a sua vida e relacionamentos estão confusos, eis a solução, busque o alvo: Deus!

Mensagem adaptada: Marcelo Correia (Jovens da Palavra)
Mensagem original: Mt. Bruno Gomes
Equipe Jovens da Palavra 2011

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Perguntas sobre namoro e sexo


1) Hoje namoro sem sexo não é namoro. Como o jovem/adolescente crente pode enfrentar essa pressão da sociedade?

Existem muitas maneiras.

1. Primeiro o jovem precisa ter uma profunda experiência com Deus. O amor a Deus tem que ser maior do que o amor à garota.

2. Nutrir-se da Palavra de Deus e freqüentar a igreja.

3. Orar e receber o poder do Espírito Santo diariamente.

4. Cultivar a moral e a ética.

5. Praticar exercícios físicos.

6. Ocupar a mente e o corpo, a ociosidade sempre o leva a procurar lugares e pessoas que não o ajudarão e a pratica do erro.

7. Não ficar sozinho com a menina por muito tempo.

8. Saber que Deus dá o escape nos sonhos, o que a Bíblia chama de acidente ou poluição noturna.

2) Por que se fala pouco sobre sexualidade entre solteiros na igreja e continuamos a ver adolescentes grávidas nas igrejas?

Quem fica grávida quase sempre e uma boa ou “boba” menina. As “espertinhas” usam pílulas ou levam uma camisinha na bolsa. Sexo na igreja ainda é um tabu. Alguns não falam por preconceito, medo ou ignorância. Eles realmente não sabem como abordar o assunto de forma limpa, saudável e didática. Para eles sexo e sujo e pecaminoso. A santidade do sexo é renegada e espúria. Sexo e visto como algo criado pelo próprio diabo, o que não é verdade.

3) Como os pais devem orientar seus filhos na vida sexual?

De forma clara, sem preconceitos, com total liberdade; não tornando impuro o que Deus santificou.

4) Sexo antes do casamento é pecado? Por quê?

O ato sexual é a consumação da união. O casamento não se consuma na igreja ou no cartório. De fato, a união se realiza na consumação do ato sexual. Ora, se alguém se une a outro alguém sexualmente, na verdade está casado com essa pessoa. Se existe amor a ponto de praticar sexo, por que não casar? Se não existe amor para casar, por que praticar sexo?

Quem ama quer praticar sexo com a mesma pessoa por toda a vida e não apenas uma vez ou outra. Sexo sem amor dura 30 minutos. Sexo de quem ama dura 30, 40 anos.

5) Pesquisas apontam (do Unicef é uma) que metade dos adolescentes meninos já tiveram a primeira relação sexual – isso antes dos 15 anos. O que tem levado os jovens a iniciarem a vida sexual tão cedo?

A mídia ensina que nada há de errado em sexo livre. Não se ensina abstinência sexual, ensina-se a prática do sexo apelidado de seguro. Seguro para quem? Previne-se o HIV, mas não se previne a deterioração das emoções, a perda do sagrado que existe dentro de todo ser humano, que é maculado por um prazer momentâneo. Usar e abusar do outro não é errado, afirmam muitos, desde que se use camisinha, desde que a garota não engravide.

Os jovens não recebem o vírus do HIV, nem a semente da fecundação, mas carregam dentro de si um germe muito pior, o da culpa, da falta de vergonha, do egoísmo e do pecado. E o pecado gera a morte, não a morte física, mas espiritual.

Quem ama não usa. Existe um tipo de sujeira que água e sabão ou propaganda favorável não pode lavar.

6) Considerações?

Podem me chamar de quadrado, mas as pirâmides do Egito foram feitas de quadrados e estão em pé até hoje.

Ou lutamos pelo casamento, pela família e pelos valores que construíram as grandes civilizações, ou a sociedade só terá um destino: o fracasso.

Silmar Coelho

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As 4 leis que fazem um casamento dar certo


“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só;
far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” 
 Gênesis 2:18.

Como dar respostas espirituais para os problemas sociológicos? As principais respostas que a nossa sociedade precisa está na Bíblia Sagrada.

Vivemos numa sociedade disfuncional, caracterizada por perdas dos vínculos familiares. Quando pensamos sobre toda questão envolvendo violência, criminalidade, imoralidade, etc, não existe uma maneira de resolver isso sem tratar da questão do matrimônio, redescobrindo assim os valores bíblicos para essa instituição.

Quando Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, já tinha o propósito de que eles povoassem a terra e no livro de Gênesis, capítulo 18, Deus nos mostra como o matrimônio deve ser.

A sociedade quer mostrar o matrimônio sem os valores bíblicos, instituindo a ideia de hedonismo – prazer por prazer. Isso gera indivíduos irresponsáveis.

Quando você aprende a descansar em Deus na área sentimental, o processo de Deus para abençoá-lo nessa área é indolor. Quem precipita, peca.

1ª lei: A Lei da Prioridade

As pessoas mais importantes da nossa vida são os nossos pais, mas quando nos casamos os pais deixam de ser as pessoas mais importantes e quem passa a ser mais importante é o cônjuge. Há uma mudança de prioridade.

O casamento funciona como um mecanismo para produzir maturidade no ser humano. Quando casamos Deus começa a tratar nas nossas vidas áreas que antes Ele não podia tratar.

O casamento é um xeque-mate de Deus no nosso orgulho, na nossa independência. O que realmente deixa uma pessoa pronta para o matrimonio é a emancipação emocional e financeira. Imagine um casal recém-casado, que na primeira briga corre para o colinho dos pais.

Todo processo sadio de maturidade demanda uma emancipação. Ao estudarmos o livro de Mateus observamos três grandes comissionamentos.

1º degrau do amadurecimento: Mansidão

Rf: Mt 11.28-30. Aprenda a dividir a sobrecarga com Jesus. Enquanto estivermos num stress interno em ação contínua, revelaremos que ainda estamos espiritualmente infantis.

2º degrau do amadurecimento: Renunciar a si mesmo e seguir a Jesus

"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;" Mateus 16:24

Isso acontece quando colocamos limites para os nossos desejos, sentimentos, e isso é sinal de amadurecimento. Há pessoas que não sabem ouvir, não sabem ouvir, nem esperar. Enquanto não aprendermos a combinar renúncia com voluntariedade não amadurecemos.

3º degrau: Obedecer ao Ide

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." Mc 16.15.

O sucesso de um líder é determinado pela quantidade de pessoas que ele já emancipou no propósito de Deus. Normalmente pessoas que não se casam, é porque ainda estão emocionalmente imaturos. No casamento há um xeque-mate de Deus, nada é da pessoa, tudo passa a ser dos dois.

2ª Lei: A lei do Esforço

Existem pessoas casadas há muitos anos e que ainda não se uniram. A essência do conceito do amor não é o sentimento é o mandamento, uma responsabilidade moral de honrar uma aliança feita. Você pode até não sentir, mas ainda amar uma pessoa.

Lutero viveu numa das piores épocas da história, na conhecida “Idade das Trevas”, quando a igreja paulatinamente foi sendo subtraída de seus valores, ao ponto das pessoas serem aliciadas no pensamento que seriam salvos através das indulgências.

Lutero começou a estudar a Bíblia, (Não existe um avivamento sem reabibliamento) e começou a perceber erros no que estava sendo pregado, pagando o preço da revolução que ele geriu. “Você pode ser salvo colocando sua fé no sacrifício de Jesus.” Lutero.

Isso foi um impacto sociológico enorme. Mas o que me chama atenção foi a revolução sexual que Lutero fez. Naquela época a cultura religiosa que vigorava vinha dos monastérios. As pessoas que viviam nos monastérios, se isolavam, buscando moralidade, caráter.

Na época de Lutero a moralidade se baseava na abstenção sexual e Lutero revolucionou isso. O celibato produz uma cultura fraca, abuso, distorções. Antes de haver pecado, igreja, ou qualquer outra instituição, Deus viu que não era bom que o homem estivesse só.

O principal mecanismo para produzir maturidade é o matrimônio. A afirmação de Lutero, causou uma grande revolução sexual naquela época.

Alguns consideram que era uma exposição da fraqueza de Lutero, mas Lutero respondia: Um ano de casamento me santificou mais que 10 anos no monastério.

Casamento não é para frouxo, é para quem quer ter caráter, para quem quer exercitar valores como compromisso e lealdade

3ª Lei: A Lei de Pertencer

Qual a coisa mais privativa que você tem? Há algo mais privativo que o próprio corpo da pessoa? “O corpo do homem pertence a mulher e o corpo da mulher pertence ao marido.”

Esse princípio é a essência da lei da aliança. João 17. Muitos de nós não vimemos a essência dessa verdade, porque não entregamos tudo nas mãos de Deus.

A Glória é a soma dos atributos morais de Deus e quando violamos a lei de pertencer a Ele, começamos a produzir a separação.

4ª Lei: A Lei da nudez

Isso vai além da nudez física e fala da nudez da alma, de não guardamos dúvidas, temores e vivermos uma vida transparente com o nosso cônjuge.

Não existe legitima intimidade sem confiança e não há confiança sem integridade. Quando alguém adultera, algo se quebra.

O livro de Oséias mexe muito comigo. A nação de Israel vivia uma situação terrível e o Senhor chamou Oséias para casar com uma prostituta, tipificando que o Senhor também estava casado com uma meretriz; Jerusalém havia se prostituido com os ídolos da terra.

“Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou e nos sarará; fez a ferida, e no-la atará.” Oséias 6:1.

O que significa isso? Fazer a ferida e a curar? Significa uma cirurgia. Não há como lidar com um adultério superficialmente. Se restaurarmos os nossos casamentos produziremos um impacto na sociedade e refletiremos um evangelho que não é superficial.

Deus espera de nós um posicionamento, Ele não fará por nós, o que precisamos fazer.

Pr. Coty (Jocum Brasil)

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